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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
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Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
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Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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O ano de 2024 marcou o cinquentenário de publicação da obra Sobre o Comportamentalismo. Nela, Skinner retoma temas que tradicionalmente opõem comportamentalistas a não comportamentalistas. Causas do comportamento, inatismo, conhecimento, pensamento, mundo interior, percepção, comportamento verbal são alguns dos tópicos que Skinner revê na obra de 1974. Este ensaio discute as causas do comportamento, tema que abre a publicação de Skinner e que constitui pilar central de sua filosofia da ciência do comportamento. Apresenta-se aqui a concepção causal que sustenta o comportamentalismo radical e a concepção que se lhe opõe diretamente: o criacionismo psicológico, perspectiva que postula a existência de um agente autônomo iniciador de comportamentos. Examina-se aqui o estatuto causal que o comportamentalista confere, não somente aos eventos ambientais, mas principalmente aos eventos que têm lugar no interior dos organismos, suposta sede do agente autônomo postulado pelo criacionismo psicológico. Discute-se ainda a seleção como modo causal que explica não apenas o surgimento de espécies biológicas, mas também a gênese de parte considerável do repertório comportamental dos organismos. Sugere-se que a ciência de Skinner pretende dispensar o agente autônomo do criacionismo psicológico, assim como a biologia evolutiva permitiu dispensar o criador divino de espécies biológicas.
A avaliação da eficácia da terapia analítico-comportamental (TAC) é alvo de inúmeros questionamentos sobre a ausência de produção de evidências. O objetivo deste estudo foi verificar a aplicabilidade de medidas breves e quantitativas para avaliação de mudanças ao longo do processo psicoterapêutico baseado na TAC com pessoas idosas. Para isso, participaram quatro pessoas idosas atendidas por terapeutas-estagiários em uma clínica-escola. Para as medidas da descrição subjetiva sobre o resultado da intervenção, utilizou-se o Inventário de Sessão e o Inventário de Resultados. A variável independente do estudo foi a TAC e as variáveis dependentes foram o bem-estar pessoal, social, familiar e global dos participantes e a relação terapêutica, mensurados por meio dos instrumentos mencionados. Os resultados dos Participantes 1, 3 e 4 demonstraram médias superiores (acima de 3) demonstrando avaliação positiva com relação ao andamento da terapia em diferentes áreas da vida, além de destacarem percepção subjetiva positiva (M > 3) quanto a relação terapêutica. A Participante 2 obteve médias menores, destaca-se a complexidade do caso clínico dessa participante. Destaca-se que as avaliações feitas pelos clientes variaram de acordo com os comportamentos relatados na sessão, ou seja, as situações vivenciadas na semana anterior ao atendimento. Assim, tem-se que a utilização de medidas breves pode ser uma ferramenta viável para avaliar as mudanças nas percepções do cliente ao longo do processo terapêutico, auxiliando na própria condução da TAC.
O ato em contexto se apresenta nos textos básicos das terapias contextuais como uma metáfora para o evento comportamental inteiro, em fluxo contínuo, e como inovação para as aplicações terapêuticas. A discussão proposta neste ensaio tem como objetivo revisar possíveis relações entre o Behaviorismo Radical e as terapias contextuais (terceira geração), resgatando princípios propostos por Skinner. A seguir, o artigo dirige o debate a três pontos em que as terapias contextuais aprimoram e inovam na prática clínica comportamental, a saber, a análise dos fenômenos verbais em psicoterapia, o estudo contextualizado da relação terapêutica e a centralidade da análise funcional do comportamento no processo psicoterapêutico. Por fim, alerta-se para a necessidade de conhecimento do behaviorismo radical como fundamento para a prática de um terapeuta contextual.
Este artigo analisa o conceito de comportamento operante com base no Capítulo 4 da obra About Behaviorism de B. F. Skinner, articulando essa análise com outras contribuições fundamentais do próprio autor. Mais do que uma descrição do conteúdo do capítulo, o texto seleciona e aprofunda questões centrais levantadas por Skinner, promovendo uma discussão crítica e ampliada do tema. São abordados aspectos como as causas do comportamento, o modelo selecionista do comportamento operante, a base evolutiva da sensibilidade às contingências, a natureza dos reforçadores e o papel dos sentimentos (emoções) na análise do comportamento. O artigo demonstra como Skinner, nesse capítulo, consolida uma concepção distintiva do comportamento operante, ao mesmo tempo em que suscita reflexões sobre suas implicações teóricas e práticas.
O presente texto teve como objetivo analisar criticamente o Capítulo 12 da obra About Behaviorism, que é dedicado ao controle do comportamento humano. Esta temática, que geralmente suscita enorme resistência ao behaviorismo, é abordada por Skinner com argumentos contundentes, embora de forma pouco didática. São sugeridas duas principais complementações para ampliar o alcance dos argumentos apresentados: 1) uma definição precisa do que se entende por controle; 2) a inclusão do conceito de “poder” nas análises dos controles sociais. São também pertinentes algumas atualizações, tais como o aprimoramento do conceito de contracontrole, a eliminação da distinção valorativa entre reforço positivo e controle aversivo e a análise do sentimento de liberdade em função das possibilidades de escolha. Conclui-se que, 50 anos depois, o capítulo continua a ser muito importante para a compreensão do behaviorismo. O destaque na dinâmica de interação mútua entre organismo e ambiente (controlar e ser controlado simultaneamente) fundamenta a asserção de que esse controle não expressa passividade nem atitude de dominação. O texto leva o leitor a aceitar que o controle é natural e que o seu conhecimento é condição para que o indivíduo possa alterar os controles existentes, sendo, por conseguinte, um elemento atuante no mundo que o rodeia.
Em About Behaviorism, Skinner redefine a percepção como um comportamento operante, controlado por contingências ambientais e histórias de reforço, rejeitando explicações baseadas em representações mentais ou processos cognitivos internos. O presente trabalho explora os fundamentos dessa abordagem, incluindo a crítica à “teoria da cópia”, a distinção entre explicações fisiológicas e funcionais, e o papel das contingências no comportamento perceptivo. Embora a perspectiva skinneriana ofereça uma análise parcimoniosa e empiricamente fundamentada, desafios são identificados, como a dificuldade em explicar fenômenos como imaginação e ilusões perceptivas sem recorrer a outros níveis de análise. Discute-se, ainda, a necessidade de diálogo com a neurociência e a psicologia cognitiva para avançar na compreensão da percepção, mantendo a coerência teórica do behaviorismo radical. Por fim, reflete-se sobre as implicações dessa abordagem para a pesquisa em Análise do Comportamento
A Gestão do Comportamento nas Organizações é um subdomínio da Análise do Comportamento voltado à pesquisa e aplicação relacionadas ao comportamento humano em ambiente organizacional. Levantamentos bibliométricos demonstraram que a área está em crescimento na Análise do Comportamento nacional. A Administração é uma ciência com potencial de mútua influência com a Análise do Comportamento via Gestão do Comportamento nas Organizações, e um exame bibliométrico a respeito da aproximação entre essas disciplinas ainda não foi feito. Com o objetivo de aferir a influência da Gestão do Comportamento nas Organizações na produção de conhecimento na Administração, foram examinadas citações a estudos do Journal of Organizational Behavior Management nos artigos dos principais periódicos da Administração entre 2014 e 2023. Citações a estudos do Journal of Applied Psychology foram analisadas como comparação. Nove artigos com citações a publicações do Journal of Organizational Behavior Management foram encontrados, contra 402 com citações ao Journal of Applied Psychology. A maioria das citações a trabalhos do Journal of Organizational Behavior Management foi feita a um mesmo artigo da área de Comportamento do Consumidor/Marketing. A qualidade dessas citações variou de “Intermediária” a “Central”. Na esfera acadêmica de alta qualidade da Administração nacional, os artigos do Journal of Organizational Behavior Management foram citados em diminuto. São discutidas possibilidades de ampliação da busca em novos levantamentos e estratégias para comunicações mais efetivas com a Administração.
A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) faz parte das terapias cognitivo--comportamentais da terceira onda e é considerada parte da Ciência Comportamental Contextual (CBS), que foca sua pesquisa nos processos psicológicos relacionados à linguagem e à cognição propriamente humana. Dessa forma, a ACT enfatiza intervenções que focam nas funções da linguagem e na cognição para diminuir o sofrimento humano e promover a f lexibilidade psicológica. Nesse contexto, o presente artigo apresenta: (1) o raciocínio lógico como um tipo específico de Responder Relacional Arbitrariamente Aplicável (RRAA), nomeadamente as Molduras de Inferência Dedutiva (MIDs), (2) aponta suas características de acordo com a organização Hiper Dimensional Multinível (HDML) e (3) discute qual poderia ser seu lugar e papel em intervenções baseadas na ACT – que é uma abordagem terapêutica que não foca na correção dos conteúdos do pensamento, mas nas suas funções
A análise de comportamentos de extração de bens comuns e a gamificação tem recebido cada vez mais atenção de analistas do comportamento. Este estudo consistiu em uma replicação sistemática do Experimento 2 de Camargo (2019) visando: avaliar os efeitos de dois tipos de consequências adicionais (ganho de pontos extras e perda de pontos) sobre o comportamento de extração de recursos compartilhados; e avaliar a relação entre o histórico de uso de jogos eletrônicos e de pescarias com o comportamento de extração de recursos compartilhados em um jogo eletrônico que simula pescaria no oceano, o Keep Fishin’. Participaram 50 universitários (16 na Parte 1, 44 na Parte 2), distribuídos em três condições experimentais: Controle, Bônus (pontuação extra) e Multas (perda de pontos). Verificou-se que os participantes das três condições não apresentaram diferença estatisticamente significativa no número estimado de tentativas para concluir o jogo, com uma pequena vantagem para o grupo Bônus na Parte 1 do estudo. Os participantes da Parte 1 do estudo apresentaram maior sensibilidade às contingências, combinando estratégias de captura dos peixes e de soltá-los novamente no oceano. Concluiu-se que o efeito das consequências provavelmente foi mais acentuado na Parte 1 em que havia maior dificuldade para finalizar o jogo.