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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
Abrir fonte oficialBehavior and Social Issues
Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
Abrir fonte oficialJournal of Behavioral Education
Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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28372 registros encontrados.
Skinner (1992) realizou uma classificação do comportamento verbal, propondo operantes primários (mando, tato, ecoico, intraverbal, textual, transcrição) e indicou o autoclítico como secundário. Segundo Skinner, o autoclítico teria a função de modificar o efeito dos operantes primários, tornando-os mais efetivos na alteração do comportamento do ouvinte, conforme especificidades da interação, ocorrendo obrigatoriamente em conjunto com a composição, que envolveria a emissão de respostas verbais novas. O presente trabalho teve como objetivo apresentar aspectos centrais da definição do autoclítico e as classificações em diferentes tipos, proposta no livro Comportamento Verbal. Apresentamos aspectos indicados por Skinner para definir o conceito e descrições e classificações dos autoclíticos em diferentes tipos: descritivo, qualificativo, quantitativo e relacional. Destacamos a distinção de parâmetros da classificação de Skinner; para os operantes primários a classificação é feita por meio da análise da estimulação antecedente e consequente, para cada tipo de autoclítico é classificado em relação à maneira pela qual modifica ou especifica o efeito do operante primário. A partir das análises, evidencia-se a necessidade de ampliação de investigações teóricas, básicas e aplicadas sobre o comportamento autoclítico tanto em relação ao esclarecimento do conceito, como sobre variáveis que favorecem a aquisição do autoclítico, como das formas de controle que permitem que ele altere os operantes primários. Palavras-chave: autoclítico, gramática, composição, análise do comportamento, comportamento verbal.
O estudo pretendeu avaliar se um jogo infantil foi capaz de ensinar respostas relacionais dêiticas para crianças com desenvolvimento típico em idade pré-escolar e comparar o desempenho das crianças no jogo com medidas de tomada de perspectiva já estabelecidas na literatura. Participaram do estudo oito crianças com idade média de três anos e nove meses, que foram submetidas a tarefas de Teoria da Mente (ToM) e ao protocolo adaptado de tomada de perspectiva (RFT-TP) antes e após a intervenção. A análise dos resultados mostrou que o jogo foi capaz de aumentar a frequência de respostas relacionais dêiticas corretas. No entanto, isso não significou uma melhora de desempenho dos participantes em tarefas que tradicionalmente avaliam tomada de perspectiva. Estudos futuros poderiam investigar o impacto de outros materiais, assim como variações da aplicação do jogo com participantes de diferentes idades e características de desenvolvimento. Ampliar a comparação do jogo com medidas tradicionais de tomada de perspectiva indicaria se o jogo também poderá ser usado como uma medida.
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AbstractThe hegemonic use of electric shock as an aversive stimulus limits what is known about the generality of avoidance behavior and related phenomena. The purpose of this study was to investigate the effects of using the hot air blast (HAB) instead of electric shock as an aversive stimulus in avoidance conditioning. Four male Wistar rats were exposed to a discrete‐trial procedure. In the first phase, the emission of a lever‐press response during a trial was positively reinforced. In the second phase, the same contingency was employed, but an escapable HAB was presented at the end of a trial when no response was emitted. In the third phase, positive reinforcement was suspended and a discrete‐trial avoidance procedure was employed. In the fourth phase, HAB presentation was completely suspended. As a result, all subjects learned the avoidance response and showed a marked reduction in its frequency during HAB suspension. These results offer evidence indicating that avoidance behavior is controlled by the HAB, thereby advancing the understanding of the generality of this stimulus as being aversive.
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