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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
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Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
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Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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El objetivo del presente estudio es analizar la instauración de la respuesta de equivalencia-equivalencia en el repertorio de niños/as de desarrollo típico de dos entornos socioculturales diferentes, mediante el entrenamiento en múltiples ejemplares. Se pretende observar si la variable entorno socioeconómico influye a la hora de instaurar dicha respuesta en la infancia. Para ello, participaron 28 niños/as con edades comprendidas entre los 6 y 8 años, 14 de ellos provenientes de un entorno socioeconómico favorecido y 14 a otro desfavorecido. Para medir las variables del estudio se utilizaron unos sets de estímulos, durante una fase inicial, una de entrenamiento y otra de evaluación, con un criterio determinado de aciertos cada una. También se utilizó una plantilla de recogida de respuestas y un cuestionario para información sobre la variable “entorno socioeconómico”. En los resultados, todos los participantes (14) del entorno socioeconómico favorecido pasaron la prueba, mientras que los del entorno socioeconómico desfavorecido, algunos de ellos no la pasaron (5) y otros lo hicieron solo tras un entrenamiento adicional (3). Esto podría indicar que un determinado contexto puede interferir en la derivación de la respuesta de equivalenciaequivalencia, pudiéndose convertir en una relevante línea de investigación futura.
En este estudio se exploraron los efectos de variar la duración del ensayo y de la demora de reforzamiento sobre la conducta de elección. En el Experimento 1 con palomas como sujetos, se alargó progresivamente la duración del ensayo mientras que se mantuvo constante la demora de reforzamiento, o se alargó la demora de reforzamiento mientras que se mantuvo constante la duración del ensayo. En el Experimento 2 con ratas como sujetos, se mantuvo constante la duración de la demora de reforzamiento y se varió en condiciones sucesivas la duración del ensayo. En general, con las palomas se encontró que alargar la duración del ensayo favoreció aumentos de las elecciones del reforzador grande demorado; sin embargo, este resultado fue inconsistente entre los sujetos; en contraste, variar la demora de reforzamiento resultó en claras disminuciones del número de reforzadores obtenidos. Con las ratas se encontró un efecto claro de variar la duración del ensayo sobre el número de reforzadores demorados. Conforme a estos hallazgos, se confirmó el efecto de variar la duración del ensayo sobre la conducta de elección reportado en la literatura pertinente. También se discutió la pertinencia de estos resultados para los estudios sobre autocontrol y reversión de preferencias en humanos y animales.
Gestão Analítico-Comportamental do Desempenho trata-se da identificação das variáveis de controle do comportamento e sua mudança para o alcance dos objetivos organizacionais e pessoais. Uma abordagem frequentemente realizada pelo policial militar é o da “pessoa colaborativa a pé”, na mesma um policial procede a revista do suspeito e o outro faz a segurança do primeiro policial. O objetivo do estudo foi verificar o efeito do feedback corretivo sobre os comportamentos da “abordagem policial da pessoa colaborativa a pé”. O delineamento utilizado foi o experimental de sujeito único com reversão do tipo A-B-A-B, dividido em nove etapas. Dois policiais militares participaram da pesquisa. As variáveis independentes foram: em caso de erro na abordagem, o feedback corretivo e a apresentação do comportamento correto; e, em caso de acerto, o feedback positivo seguido de um elogio, apresentado como consequência.”. As variáveis dependentes foram os comportamentos envolvidos na abordagem policial filmados durante sua execução. Os resultados mostraram aumento substancial de acertos nos comportamentos-alvo chegando a 100% na intervenção dois e permanecendo no seguimento. Concluise que a intervenção foi eficaz e há possibilidade de tal modelo ser incluído para avaliação e treinamento periódico de policiais.
Estudos sugerem que privação alimentar diminui a variabilidade comportamental induzida e reforçada. Avaliou-se os efeitos de três níveis de privação hídrica (0h, 24h e 48h) na variabilidade entre cinco operantes reforçados em Lag N com aumento da exigência de lag 0 a lag 4, em procedimento de operante livre. Foram sujeitos quatro ratos. Em lag 0 (sem exigência de variabilidade para reforçamento) e lag 4 (com esta exigência), os níveis de privação foram manipulados semi-aleatoriamente. De lag 0 para lag 4 houve aumento no índice U, número de operantes diferentes emitidos e aproximação nas frequências relativas e acumuladas de cada operante. Também houve aumento na taxa de respostas e diminuição na proporção de respostas reforçadas. Com relação aos níveis de privação, quanto menor a privação maior foi a variabilidade e vice-versa, exceto para o número de operantes diferentes, pois houve efeito de teto. A diferença entre 24h e 48h de privação não foi tão clara quanto entre 0h e 24h.Adicionalmente, diferenças entre privações foram mais evidentes sob lag 0. Também ocorreram aumentos na taxa de respostas conforme aumentou a privação, sem afetar a proporção de reforçamento. Concluiu-se que o aumento da privação hídrica aumentou a proporção de operantes específicos reforçados com água, mas não o variar entre eles, mesmo quando a contingência exigia tal variação. Discutiu-se a intepretação da variabilidade como um operante à luz desses dados.Palavras-chave: privação, variabilidade comportamental, Lag N, operante, análise do comportamento
A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) é uma intervenção psicoterapêutica contextual com robusta evidência empírica para diferentes condições clínicas. Apesar disso, o treinamento de terapeutas em competências específicas de ACT ainda carece de maior investigação empírica. O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos de um workshop introdutório de ACT, com duração de dois dias, sobre a aquisição de habilidades terapêuticas em psicólogos iniciantes. Utilizou-se um delineamento quase-experimental de caso único, com dois participantes sem treinamento prévio em ACT. As competências foram avaliadas por meio de role-plays observados e mensurados pela ACT Fidelity Measure (ACT-FM), além de um questionário de conhecimentos em ACT (AKQ). Os resultados indicaram que ambos os participantes apresentaram melhora nos repertórios consistentes com ACT em comparação à linha de base, embora tenham ocorrido variações individuais ao longo das sessões. O questionário de conhecimentos não demonstrou mudanças significativas entre pré e pós-workshop. Esses achados sugerem que workshops breves podem promover ganhos iniciais em competências clínicas em ACT, funcionando como uma porta de entrada para a abordagem, mas que o desenvolvimento consistente dessas habilidades requer treinamento continuado e supervisão. As implicações para programas de formação de terapeutas e as limitações de amostras reduzidas e ausência de follow-up são discutidas.
A pesquisa objetivou descrever efeitos da intervenção Promove-Crianças (Falcão & Bolsoni-Silva, 2016) em 20 crianças com problemas de comportamento internalizantes e externalizantes. O programa Promove-Crianças (Falcão & Bolsoni-Silva, 2016) é embasado pelo eixo teórico da Análise do Comportamento e possui 10 sessões estruturadas que buscam primariamente instalar habilidades sociais ao mesmo tempo em que se diminuem os problemas de comportamento. Os pais/responsáveis e professoras das crianças responderam instrumentos que aferem comportamentos infantis e práticas educativas nos momentos da linha debase, de pré-teste e de pós-teste. Foi utilizado um desenho pré-experimental, sem grupo controle. Para participarem da pesquisa, as crianças deveriam apresentar alta frequência de problemas de comportamento (internalizantes, externalizantes e totais) nas avaliações segundo pais/responsáveis e professoras. Os resultados apontaram que as crianças apresentaram aumento das habilidades sociais e diminuição de problemas de comportamento. Também houve aumento de práticas educativas positivas dos pais e diminuição de práticas negativas dos professores. Sugere-se que haja novas pesquisas com o programa de modo a replicá-la em outras regiões e com maior rigor metodológico, verificando efeitos e possíveis generalizações.