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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
Abrir fonte oficialBehavior and Social Issues
Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
Abrir fonte oficialJournal of Behavioral Education
Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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Intervenções comportamentais são consideradas a primeira linha de tratamento não farmacológico para comportamentos desafiadores de pessoas com demência (PD), mas esse tipo de intervenção não é amplamente disponível, especialmente em países com limitações nas condições de saúde pública. Intervenções online podem ser uma opção acessível, mas há um número reduzido de estudos sobre essa modalidade de atendimento. O objetivo desse estudo foi testar uma intervenção online para manejo de comportamentos desafiadores de PD, dirigido aos seus cuidadores. Foi utilizado um delineamento de linha de base múltipla entre comportamentos, com replicação entre participantes. Três cuidadoras (mulheres, 31 a 50 anos, filhas e nora de PD), com treino prévio em análise funcional, passaram por um protocolo de intervenção online (entrevistas iniciais, seleção dos comportamentos-alvo, registro da linha de base, plano de intervenção, implementação e acompanhamento). Foram selecionados três comportamentos-alvo para cada participante. As intervenções focalizaram a alteração dos antecedentes dos comportamentos-alvo. Foi observada redução de frequência de todos os comportamentos-alvo, exceto o de perguntar repetidamente o nome dos familiares e o de pedir para ir embora. A intervenção online foi eficaz no treino de cuidadores para manejo de comportamentos desafiadores. Discute-se vantagens e condições necessárias para implementação desse tipo de intervenção.
O presente trabalho teve como objetivo realizar intervenções nas respostas de ansiedade (RA) em uma mulher negra. Para essa finalidade foram utilizados o método de avaliação funcional (observação indireta e direta). Após essa etapa, foi definido o programa de intervenções. O delineamento elegido foi o de tratamentos alternados, ABCD-seguido por follow-up, com três tipos de tratamento: fase A (linha de base); fase B (psicoeducação sob a perspectiva funcional), fase C (mindfulness), fase D (modelagem). Os resultados encontrados foram satisfatórios na redução das respostas ansiosas. Destaca-se a importância de maiores estudos experimentais que realizem a análise de gênero e de raça.
Acidentes de trabalho historicamente constituem um problema social relevante para a sociedade moderna. O termo “segurança comportamental” engloba estudos sobre formas de intervenções analítico-comportamentais a esse problema. O presente estudo avaliou o efeito de intervenções comportamentais para uso de capacete no contexto da atividade de profissionais cicloentregadores (Contexto 1) no contexto de uso de bicicletas como transporte alternativo (Contexto 2). Participaram três cicloentregadores e três estudantes universitários. A intervenção consistiu em duas fases: (1) acesso ao Equipamento de Proteção Individual (EPI) e (2) apresentação de prompts visuais por meio de banners digitais com feedback de desempenho. Utilizou-se um delineamento de linha de base múltipla entre participantes. Os dados mostram que a intervenção não foi efetiva para promover o uso do capacete no Contexto 1. No Contexto 2, a Fase 1 da intervenção foi suficiente para emissão do comportamento seguro por dois dos três participantes que não faziam uso do capacete. Para o terceiro participante – P6, que já possuía o capacete, a Fase 2 foi eficaz. Dada a diferença de efetividade da intervenção entre os dois contextos, questões relativas a características do ambiente laboral dos participantes do Contexto 1 e barreiras para o uso do capacete podem ser discutidas.
Acidentes de trajeto são aqueles que ocorrem no percurso que o trabalhador faz diariamente para se deslocar de seu domicílio para o local de trabalho e vice-versa. Trabalhadores que se deslocam por meio de bicicletas estão expostos a diversos riscos ambientais. O uso de capacete de ciclismo, enquanto equipamento de proteção individual, é uma estratégia de segurança que pode diminuir a gravidade de acidentes. A instalação e manutenção do comportamento seguro ligado ao trabalho é a principal preocupação da Behavior-Based Safety – BBS. Esta pesquisa objetivou investigar os efeitos de uma intervenção em três fases (acesso ao EPI; envio de banners com feedback; implementação de recompensas) sobre a frequência do uso do capacete em trabalhadores terceirizados numa universidade. O efeito da aplicação das intervenções (VI) sobre a frequência do comportamento de usar o capacete (VD) foi avaliado em um delineamento de linha de base múltipla entre os participantes. Resultados mostraram que o acesso ao capacete (Fase 1) não foi suficiente para promover o comportamento de usar o EPI nos participantes; na fase de Feedback (Fase 2), um participante apresentou o comportamento seguro em todas as sessões de observação; (3) na Fase 3, de Recompensas, um participante usou o capacete em todas as sessões. Esses dados indicam que não basta o acesso livre ao capacete para promover seu uso e que intervenções como feedback de desempenho e instruções sobre segurança laboral, acrescido de recompensas contribuem para a aquisição do comportamento seguro no deslocamento para o trabalho.Palavras-chave: capacete, segurança comportamental, feedback, bicicleta, recompensa.
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