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Comparação entre Três Procedimentos de Ensino de Recontar Histórias e Responder Perguntas

2022 · Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 13 No. 2 (2022): ; 169-183; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 13 n. 2 (2022): v. 13 n. 2 (2022): continuação; 169-183; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH

Dados principais

Ano de publicação
2022
Dados editoriais
Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 13 No. 2 (2022): ; 169-183; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 13 n. 2 (2022): v. 13 n. 2 (2022): continuação; 169-183; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH
Palavras-chave
transtorno do espectro autista; responder perguntas; recontar históricas; autism spectrum disorder; answering questions; story retelling; PERSPECTIVAS; análise do comportamento

Autores

  • Matos, Daniel Carvalho de
  • Araújo, Creuziana Xavier de

Resumo

Recontar histórias lidas previamente (um tipo de intraverbal) representa demanda acadêmica comum no contexto escolar regular e familiar. Esse repertório pode ser desafia­dor para crianças com transtorno do espectro autista (TEA), que apresentam dificuldade na aquisição de intraverbais e de interação com seus pares. O objetivo foi comparar a eficiência de três procedimentos (encadeamento para frente - FCP; encadeamento de trás para frente - BCP; esvanecimento de roteiro - SFP) no estabelecimento de intraverbais na forma de recon­tar histórias curtas em criança com TEA de 6 anos. Cada história compreendeu quatro partes com cena e frase (SFP com frases apenas). No ensino com FCP, cada parte podia ser recontada de forma independente desde o princípio e, quando necessário, correções eram aplicadas. No caso de BCP, as três primeiras partes eram apresentadas para a criança e, a última parte, podia ser recontada sem pista. Com o tempo, pistas da terceira, segunda e primeira parte (nessa ordem) eram também removidas. No caso de SFP, a criança deveria ler cada frase da história e, com o tempo, as palavras eram gradativamente omitidas. Todos os procedimentos foram eficazes, mas o FCP foi mais eficiente, pois 14 sessões de treino foram suficientes para o esta­belecimento do recontar a história sem erros. No entanto, foram necessárias 16 e 19 sessões nos casos de BCP e SFP, respectivamente. Foi discutida influência de história anterior com o FCP, ao qual a criança era exposta antes da pesquisa em ambiente clínico e domiciliar de intervenção. Paralelamente, o ensino de responder perguntas sobre as histórias foi realizado com manipulação de um diferente tipo de pista para cada caso (tato; ecoico; tato e ecoico combinados). Todas as pistas foram eficazes e eficientes em medida semelhante.

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