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Instruções por Múltiplos Exemplares e Leitura Compartilhada de Histórias com Crianças Pré-Escolares

2026 · Acta Comportamentalia; Acta Comportamentalia; Vol. 34 Núm. 2 (2026); 257-280; Acta Comportamentalia; Vol. 34 Núm. 2 (2026); 257-280; 0188-8145; Universidad de Guadalajara; Fonte: OAI-PMH

Dados principais

Ano de publicação
2026
Dados editoriais
Acta Comportamentalia; Acta Comportamentalia; Vol. 34 Núm. 2 (2026); 257-280; Acta Comportamentalia; Vol. 34 Núm. 2 (2026); 257-280; 0188-8145; Universidad de Guadalajara; Fonte: OAI-PMH
Palavras-chave
shared reading; multiple exemplar instruction; preschoolers; vocabulary development; incidental learning; leitura compartilhada; instrução por múltiplos exemplares; crianças pré-escolares; desenvolvimento de vocabulário; aprendizagem incidental; ACTA; análise do comportamento

Autores

  • Ferreira, Gianndre Roberto Coelho de Souza
  • Schmidt, Andréia

Resumo

Este estudo exploratório analisou a eficácia da Instrução por Múltiplos Exemplares (MEI) na leitura compartilhada de histórias em grupo, no ensino de respostas de seleção, tato impuro, categorização de tipo ouvinte e emergência de categorização intraverbal e simultânea, visando a promoção da Nomeação Bidirecional Comum (C-BiN) em crianças pré-escolares. Treze crianças, 3-4 anos, foram divididas em grupo experimental (GE - n=7) e controle (GC - n=6). O GE passou por duas sessões de leitura compartilhada com MEI, enquanto o GC participou de duas sessões de leitura compartilhada, sem MEI. Foi criada uma história para o estudo, apresentada para ambos os grupos. Os personagens e cenários forneciam contexto para a utilização de duas categorias de palavras, com três estímulos cada durante a narrativa. Cada uma das seis palavras-alvo foi apresentada três vezes. Para o GE foram feitas solicitações de diferentes operantes verbais visando à promoção da C-BiN ao longo da história, rotacionando a apresentação dos estímulos e a ordem de solicitação aos participantes. Crianças do grupo experimental apresentaram maior precisão nas respostas de categorização e apresentaram classes verbais não diretamente ensinadas, sugerindo emergência de repertórios relacionais. São discutidos os desafios procedimentais na adaptação da MEI para contexto naturalístico de ensino.

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