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Intervenções baseadas na função para comportamentos heterolesivos: uma revisão de literatura

2022 · Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 12 No. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 405-418; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 12 n. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 405-418; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH

Dados principais

Ano de publicação
2022
Dados editoriais
Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 12 No. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 405-418; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 12 n. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 405-418; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH
Palavras-chave
Transtorno do Espectro Autista; comportamento problema; análise funcional; comportamento heterolesivo; Autism Spectrum Disorder; problem behavior; functional analysis; agressive behavior; PERSPECTIVAS; análise do comportamento

Autores

  • Menezes, Lívia Francielle de Almeida
  • dos Santos, Bruna Colombo

Resumo

O TEA é um transtorno cujas características dominantes são déficits em comuni­cação social e padrões de comportamento e/ou interesses restritos. Pessoas com TEA podem apresentar problemas de comportamento. A Análise do Comportamento Aplicada propõe algumas intervenções que tem como objetivo redução desses problemas. Tais intervenções são realizadas após a identificação da função do comportamento problema, via análise fun­cional. O objetivo desse trabalho foi fazer uma revisão de artigos que apresentavam pro­cedimentos de intervenção, embasados pela análise aplicada do comportamento, utilizados para a redução de comportamentos heterolesivos em pessoas com transtorno do espectro do autismo (TEA) entre o período de 2001 a 2021. A partir dos critérios de inclusão estabeleci­dos foram selecionados 20 artigos no total, todos publicados no Journal of Applied Behavior Analysis (JABA). As topografias de comportamentos heterolesivos mais frequentes foram bater, chutar, empurrar, morder e beliscar. Os tratamentos que mais apareceram foram re­forçamento diferencial de resposta alternativa (DRA), na forma do treino de comunicação funcional (FCT) ou não, reforçamento não contingente (NCR) e extinção.

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