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Sobre as críticas de Skinner à fisiologia: Indicadoras de orientação antifisiológica ou contribuições relevantes?

2016 · Acta Comportamentalia; Acta Comportamentalia; Vol. 23 No. 4 (2015); Acta Comportamentalia; Vol. 23 Núm. 4 (2015); 0188-8145; Universidad de Guadalajara; Fonte: OAI-PMH

Dados principais

Ano de publicação
2016
Dados editoriais
Acta Comportamentalia; Acta Comportamentalia; Vol. 23 No. 4 (2015); Acta Comportamentalia; Vol. 23 Núm. 4 (2015); 0188-8145; Universidad de Guadalajara; Fonte: OAI-PMH
Palavras-chave
B. F. Skinner; Behaviorismo radical; Fisiologia; Neurociências; Sistema nervoso conceitual; Mentalismo.; ACTA; análise do comportamento

Autores

  • Zilio, Diego

Resumo

Por conta das constantes críticas às explicações fisiológicas do comportamento, Skinner foi acusado de defender posicionamento antifisiológico: em sua ciência do comportamento supostamente não haveria lugar para qualquer contribuição da fisiologia à compreensão do fenômeno. Contudo, acreditamos que as críticas de Skinner não sejam necessariamente antifisiológicas nesse sentido. Pelo contrário, por apontarem potenciais problemas metodológicos, conceituais e filosóficos na prática fisiológica, elas podem ser vistas como contribuições relevantes e atuais, especialmente às neurociências. Para fundamentar tal tese, sendo este o objetivo central do artigo, realizamos uma análise das críticas à fisiologia apresentadas por Skinner ao longo de sua carreira, desde a década de 1930 até os anos 1990. Em adição, para atestar a atualidade de suas ideias, foram estabelecidos paralelos com autores (filósofos e neurocientistas) contemporâneos que apresentaram críticas semelhantes.

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