Conteúdo indexado
Terapia familiar Analítico-Comportamental para Anorexia Nervosa na adolescência: estudo de caso
2022 · Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 12 No. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 391-404; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 12 n. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 391-404; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH
Dados principais
- Ano de publicação
- 2022
- Dados editoriais
- Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 12 No. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 391-404; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 12 n. 2 (2021): v.12 n.2 (2021); 391-404; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH
- Palavras-chave
- Anorexia Nervosa; adolescência; terapia analítico-comportamental; família; psicoterapia; adolescence; analytical-behavioral therapy; family; psychotherapy; PERSPECTIVAS; análise do comportamento
- Identificador na fonte
- oai:ojs.perspectivas.emnuvens.com.br:article/819
Autores
- Alckmin-Carvalho, Felipe
- Melo, Márcia Helena da Silva
Resumo
O objetivo no presente estudo foi apresentar o processo e os resultados de uma intervenção psicoterápica familiar de orientação analítico-comportamental para o tratamento de uma paciente adolescente de 12 anos, com diagnóstico de Anorexia Nervosa (AN). O processo de psicoterapia durou seis meses. Foram realizadas 25 sessões com a adolescente e seus pais. O tratamento envolveu construção de análises funcionais para identificação e manejo dos determinantes dos comportamentos com função de perder peso, psicoeducação, automonitoramento, dessensibilização sistemática, clarificação de regras associadas ao corpo e à alimentação, biblioterapia e treinamento de habilidades socioemocionais e educativas. Instrumentos utilizados no início, ao final do tratamento e em seguimento: avaliação antropométrica, Questionário de Exame para Transtornos Alimentares, para avaliar a gravidade do transtorno alimentar e Inventário de Autoavaliação para Adolescentes, para avaliar problemas emocionais/comportamentais. A paciente iniciou o tratamento com baixo peso e amenorreica. Ao final do tratamento estava eutrófica e com menstruação regular. Permaneceu eutrófica e com status menstrual regular em seguimento. Tanto a gravidade da AN quanto os indicadores de problemas emocionais/comportamentais foram reduzidos pós-intervenção, e nova redução foi verificada em seguimento. Há indícios de que o tratamento tenha produzido efeitos positivos, tanto em termos de recuperação ponderal quanto em termos de psicopatologia alimentar e outros problemas associados.
Link de acesso
https://www.revistaperspectivas.org/perspectivas/article/view/819