← Voltar ao indexador

Conteúdo indexado

Transformação do significado de palavras sem sentido via relações arbitrárias de comparação com faces alegres

2017 · Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 8 No. 2 (2017); 269-285; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 8 n. 2 (2017); 269-285; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH

Dados principais

Ano de publicação
2017
Dados editoriais
Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 8 No. 2 (2017); 269-285; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 8 n. 2 (2017); 269-285; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH
Palavras-chave
teoria das molduras relationais; relações de comparação; faces alegres; diferencial semântico; teste de preferência; IRAP; relational frame theory; comparison relations; happy faces; semantic differential; preference test; teoría de los marcos relacionales; relaciones de comparación; rostros alegres; diferencial semántico; test de preferencia; PERSPECTIVAS; análise do comportamento

Autores

  • dos Santos, Gabriela Alves Rodrigues
  • Perez, William Ferreira
  • de Almeida, João Henrique
  • de Rose, Julio César

Resumo

O presente estudo teve como objetivo investigar a transformação de significado de palavras sem sentido via relações de comparação estabelecidas com faces alegres. Adultos foram expostos a um treino em que duas figuras abstratas tinham função de dicas contextuais de comparação, controlando diferencialmente a escolha de diferentes quantidades de objetos. Em seguida, tais figuras foram utilizadas para estabelecer a seguinte rede relacional de comparação envolvendo palavras sem sentido e faces alegres: A < B < FACE ALEGRE < D < E. Depois de estabelecidas as relações arbitrárias de comparação e testadas as relações derivadas (e.g., A < E, E > A), os participantes avaliaram o significado dos estímulos A e E por meio do (a) diferencial semântico, de um (b) teste de preferência e do (c) IRAP. Os resultados do diferencial semântico demonstraram transformação de função dos estímulos A e E em acordo com relações de comparação. Neste instrumento, o estímulo E foi avaliado pelos participantes como mais positivo que o estímulo A, resultado confirmado estatisticamente quando comparado às avaliações do grupo controle. Os testes de preferência, embora tenham variado entre participantes, apresentam uma tendência de evitação do estímulo A e de preferência pelo estímulo E. Diferentemente das medidas anteriores, não foi possível verificar uma diferença clara entre as avaliações dos estímulos A e E por meio do IRAP, sendo ambos avaliados como igualmente positivos em termos de medida implícita. Os resultados observados demonstram que apesar de A ser avaliado como menos alegre do que E, este não foi considerado triste, produzindo a inconsistência observada no IRAP

Link de acesso