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Uso de máscara na intervenção em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto da pandemia (COVID-19)
2021 · Revista Brasileira de Análise do Comportamento; BJBA - Brazilian Journal of Behavior Analysis; v. 16, n. 2 (2020); Revista Brasileira de Análise do Comportamento; v. 16, n. 2 (2020); 2526-6551; UFPA; Fonte: OAI-PMH
Dados principais
- Ano de publicação
- 2021
- Dados editoriais
- Revista Brasileira de Análise do Comportamento; BJBA - Brazilian Journal of Behavior Analysis; v. 16, n. 2 (2020); Revista Brasileira de Análise do Comportamento; v. 16, n. 2 (2020); 2526-6551; UFPA; Fonte: OAI-PMH
- Palavras-chave
- REBAC; análise do comportamento
Autores
- Libardi, Ana Luísa Polizel
- Romeiro, Ana Carolina de Oliveira Espanha
- Talarico, Mariana Valente Teixeira da Silva
Resumo
Em virtude da taxa de casos do coronavírus, foi necessária a adoção de medidas para controlar a transmissão entre as pessoas. Um dos componentes da prevenção apontados como eficaz, além do distanciamento social e a higienização das mãos, é o comportamento de usar máscara. Indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresentam dificuldade para desenvolver comportamentos. No contexto da pandemia, o não aprendizado do uso de máscara pode levar a maior contaminação desta população. Este estudo tem como objetivos 1) avaliar o procedimento de análise de tarefas para ensinar o comportamento de colocar a máscara e 2) identificar o efeito do engajamento de pais no ensino para aumentar o tempo de permanência com a mesma. Os participantes foram quatro crianças diagnosticadas com TEA, com idades entre 4 e 10 anos, distribuídas em Grupo 1, realização de treinos nas sessões presencial e online, e Grupo 2, realização de treinos somente durante as sessões online. Foi utilizado o delineamento experimental de mudança de critério. O procedimento envolveu: 1ª linha de base – avaliação inicial do comportamento de colocar máscara; 2ª linha de base – avaliação inicial do tempo de permanência com a máscara; treino dos passos da análise de tarefa para colocar a máscara; e treino para aumentar o tempo de permanência com a máscara. Ao serem comparados os resultados dos participantes do Grupo 1 (P1 e P2) com os do Grupo 2 (P3 e P4), observou-se curva de aprendizagem ascendente nos primeiros dois participantes, enquanto os dados dos participantes do Grupo 2 se mantiveram constantes. Os dados sugerem que a participação efetiva da família durante os treinos é uma variável importante para o uso de máscara.Palavras-chave: Habilidades de autocuidado; uso de máscara; transtorno do espectro autista.
Link de acesso
https://periodicos.ufpa.br/index.php/rebac/article/view/10545