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Utilizando o IRAP para medir a transformação de função de estímulos relacionados a expressões faciais de medo ou de alegria: uma replicação sistemática
2021 · Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 12 No. 1 (2021): Teoria das Molduras Relacionais (RFT): Volume Especial; 265-274; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 12 n. 1 (2021): Teoria das Molduras Relacionais (RFT): Volume Especial; 265-274; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH
Dados principais
- Ano de publicação
- 2021
- Dados editoriais
- Perspectivas em Análise do Comportamento; Perspectivas em Análise do Comportamento; Vol. 12 No. 1 (2021): Teoria das Molduras Relacionais (RFT): Volume Especial; 265-274; Perspectivas em Análise do Comportamento; v. 12 n. 1 (2021): Teoria das Molduras Relacionais (RFT): Volume Especial; 265-274; 2177-3548; Paradigma – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento; Fonte: OAI-PMH
- Palavras-chave
- teoria das molduras relacionais; relações de equivalência; transformação de função; IRAP; MDML; coerência; derivação; relational frame theory; equivalence relations; transformation of stimulus functions; coherence; derivation; PERSPECTIVAS; análise do comportamento
Autores
- Perez, William F.
- Barban, Marilia
- de Almeida, João Henrique
- Bianchi, Paulo Henrique
- Nasser, Beatriz Z. B. M.
- de Aguiar, Ellen M. R.
- Arena, Raquel Araujo
- de Araújo, Jade
Resumo
O presente estudo teve por objetivo replicar sistematicamente Perez et al. (2019) buscando avaliar a sensibilidade do IRAP à transformação de função dos estímulos em “condições mínimas”, isso é, partindo de um treino relacional com um baixo critério de acerto e na ausência de testes de derivação. Os participantes foram submetidos a um treino relacional que buscou estabelecer relações de coordenação (ou equivalência) entre faces expressando emoção (A1 [medo]; A2 [alegria]) e símbolos sem sentido (B1, B2, C1 e C2). Inicialmente, foram ensinadas as relações AB (A1B1 e A2B2), seguidas das relações BC (B1C1 e B2C2). O critério de acerto para progressão no treino era de 12 respostas corretas consecutivas. Na sequência, a transformação de função (ou do significado) dos estímulos C1 (=medo) e C2 (=alegria) foi avaliada por meio do IRAP. Os resultados sugerem a pronta transformação de significado dos estímulos Cs (C1 e C2) em acordo com as relações arbitrárias envolvidas no treino relacional. Assim, conclui-se que o IRAP é capaz de documentar a transformação de função a partir de relações convencionadas no contexto experimental mesmo quando o participante é exposto a um treino relacional como poucas tentativas e na ausência dos tradicionais testes de emergência ou derivação de novas relações.
Link de acesso
https://www.revistaperspectivas.org/perspectivas/article/view/752