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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
Abrir fonte oficialBehavior and Social Issues
Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
Abrir fonte oficialJournal of Behavioral Education
Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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28372 registros encontrados.
O Teste de Deslocamento de Caixa (TDC) com pombos é um procedimento de resolução de problemas via interconexão de repertórios no qual são treinados dois comportamentos necessários para a resolução: (a) bicar e empurrar uma caixa em direção a um alvo e (b) subir em uma caixa fixa e bicar uma argola. No presente experimento, duas duplas (n = 4) de pombos receberam quantidades distintas de treino de cada comportamento, uma dupla (GE) recebeu mais treino, com critério mais rígido, do comportamento de empurrar a caixa, enquanto a outra dupla (SB) recebeu mais treino, com critério mais rígido, do comportamento de subir e bicar. Nenhum dos sujeitos resolveu o TDC no primeiro teste após o treino, e somente um sujeito, P3 (SB) apresentou a solução do TDC em sua terceira apresentação. P3 também foi submetido a testes de propriedades funcionais após a resolução do problema que indicaram que, após a primeira solução, os repertórios interconectados (uma sequência de comportamentos inédita) se tornou um operante discriminado. Conclui-se que em todos os sujeitos o treino desigual não favoreceu a ocorrência de interconexão. Estes dados corroboram a literatura que indica que nem todo treino gera a resolução de um problema e que determinados tipos de treino podem facilitar ou dificultar a ocorrência da interconexão.
Resumo não informado pela fonte indexada.
A identificação de desigualdades, estereótipos e vieses de gênero tem sido objeto de investigação de diferentes pesquisas na Análise do Comportamento. Considerando que as traduções para o português de livros de B. F. Skinner, o principal proponente dessa teoria, são utilizados como referência para a formação de analistas do comportamento no Brasil, o objetivo desta pesquisa foi avaliar as menções de Skinner às mulheres, a fim de verificar a presença de vieses e estereótipos de gênero. Para tanto foi realizado um estudo teórico cujas fontes foram sete libros de Skinner traduzidos para o português. Foram identificados e categorizados 130 trechos dos livros que faziam menção ao termo mulher e correlatos. Os resultados foram agrupados em (1) declarações que apresentavam vieses de gênero, as quais corresponderam a 51,1% do total; (2) menções antitéticas a estereótipos sexistas sobre mulheres, equivalendo a 6,9% dos trechos; e (3) trechos que não apresentavam vieses de gênero, perfazendo 42,0% do material selecionado. Embora não tenhamos condições de perscrutar as variáveis que controlaram o comportamento verbal de Skinner ao mencionar as mulheres, é possível discutir as implicações de tais menções, uma vez que o uso de estereótipos de gênero pode contribuir com a manutenção de concepções essencialistas sobre a mulher.
A Ciência Culturo-Comportamental é dominada pelo pensamento causal. Isso não é necessariamente problemático, mas torna-se quando se considera as relações socioculturais de uma perspectiva intercomportamental. Até agora, o único empenho intercomportamental importante na Ciência Culturo-Comportamental é aquele baseado no Modelo de Metacontingência Elaborado (MME). No entanto, misturar lógica de campo integrado e lógica de contingência causal não é consistente com parte do pensamento intercomportamental contemporâneo, deixando a Ciência Culturo-Comportamental sem uma estrutura intercomportamental bem definida para entender as relações socioculturais. O objetivo deste artigo é descrever como se pode conceber as relações socioculturais intercomportamentalmente como eventos de referência. Ao fazer isso, abordaremos (1) a natureza sociocultural dos eventos de referência, (2) como traduzir contingências comportamentais entrelaçadas em campos integrados compreendendo duas ou mais pessoas interagindo com respeito ao mesmo referente, e (3) as vantagens de desenvolver uma Ciência Culturo- Comportamental que inclua o pensamento intercomportamental sem estar restrito à adesão ao pensamento causal.
O debate sobre o conceito de comunidade trouxe diversas definições, sem chegar a um consenso. Por sua vez, a análise do comportamento mantém um histórico de isolamento acadêmico, afastando contribuições relevantes de áreas como a psicologia social e comunitária. Nosso objetivo foi apresentar uma formulação comportamentalista radical à noção de comunidade, analisando o uso da palavra no livro “Ciência e Comportamento Humano”, de Skinner. Nossa análise indica a possibilidade de uma definição de comunidade como um coletivo de pessoas que interagem recorrentemente entre si sob contingências em comum, caracterizadas por uma história e um ambiente social compartilhados. A categoria se distinguiria do uso do termo “grupo” por orientar um maior enfoque em aspectos históricos e diacrônicos. A definição favorece a atenção à dimensão comunitária de fenômenos relacionados ao campo da linguagem, da subjetividade e da cultura. Esperamos que a proposta favoreça, também, um redirecionamento de analistas do comportamento para problemas específicos dos estudos e da ação comunitária, e a aproximação à psicologia social e às ciências sociais.Palavras-chave: B. F. Skinner, análise do comportamento, psicologia comunitária, comunidade.
A presente revisão sistemática da literatura teve como objetivo mapear e organizar a partir de categorias de análise os estudos que utilizaram procedimentos de correção de erros no contexto de intervenção analítico- comportamental ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). A busca em bases de dados resultou em 395 artigos recuperados, que após análise, a amostra final conteve apenas 18 artigos. De modo geral, os resultados indicaram que os procedimentos de correção de erro Active Student Repetition (ASR) ou Single Response Repetition, Model ou Demonstration e Multiple Response Repetition foram os mais utilizados. Com relação ao tipo de repertório alvo ensinado, procedimentos de correção vêm sendo mais aplicado no ensino de repertórios verbais do que motores. A pesquisa fornece uma visão geral sobre os diferentes tipos de procedimentos de correção de erros e suas derivações comumente descritos na literatura da área, em quais contextos de ensino, repertórios e perfil de participantes tais procedimentos foram aplicados, e os efeitos obtidos. Tais informações visam contribuir para a prática de terapeutas e profissionais, principalmente auxiliando na escolha do procedimento de correção de erro mais adequado a partir da consideração desses diversos fatores.Palavras-chave: procedimento de correção de erro, TEA, autismo, análise aplicada do comportamento, DTT.
AbstractCooperation involves an individual's choice that benefits both themself and others —in contrast to selfishness, which benefits the individual only—and has been suggested to be more likely when the benefit to others, discounted as a function of their social distance (i.e., social discounting), exceeds the undiscounted cost to the cooperator. To test this hypothesis, we exposed 126 participants to eight, one‐shot reward matrices of prisoner's dilemma games, among which socially discounted benefits and undiscounted costs systematically varied. Increasing benefits and increasing costs increased and decreased, respectively, the percentage of cooperators across the matrices. Then, 111 participants from the original sample completed one of five iterated, 40‐trial reward matrices programmed to play a tit‐for‐tat strategy, among which benefits and costs varied. Overall, increasing benefits and increasing costs increased and decreased, respectively, cooperation across trials. This tendency, however, was more clearly observed in later than earlier trials. Both in one‐shot and in iterated games, the effect of costs was greater than that of benefits and the effects of both benefits and costs decreased at extreme values. These findings suggest that cost–benefit balance, modulated by social discounting, determines degree of cooperation in both one‐shot and repeated‐trial cooperation tasks.
Abstract Prior research has identified the potential dangers associated with challenging behavior, specifically self‐injurious behavior, and has thus highlighted the need to employ protective procedures to ensure the safety of individuals with self‐injurious behavior. Although protective procedures can sometimes suppress responding, some small‐ n studies suggest they can also elucidate or unmask social functions when the initial functional analysis indicates that challenging behavior is only automatically maintained. However, large‐scale studies of functional analysis outcomes indicate that co‐occurring automatically and socially maintained challenging behavior is relatively uncommon. We conducted a retrospective consecutive case series study to describe a set of procedures to unmask social functions when the initial functional analysis indicated an automatic function. Results suggest that protective procedures unmasked social functions in 26.32% of cases.
Abstract Many factors contribute to drug use and the development of substance use disorders (SUDs). We and others have argued that individuals who misuse illicit drugs face circumstances in which their access to drugs is variable or unpredictable, particularly for those who are experiencing poverty. Herein, we make the case that such unpredictable drug access increases drug intake and choice, particularly when the time and effort required to obtain drugs is relatively large. If translated to real-world scenarios, unpredictable access could lead to increased severity of drug misuse, poorer treatment outcomes, persistence of drug seeking during periods of drug unavailability, drug taking despite negative consequences, and increased relapse rates, though additional research is surely needed. We describe how variable drug access can be evaluated in the laboratory, review prior research that has compared variable vs. fixed drug access, provide a summary of preclinical findings based on the literature reviewed, and end with implications for policy and treatment for individuals with SUDs.
Resumo não informado pela fonte indexada.