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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
Abrir fonte oficialBehavior and Social Issues
Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
Abrir fonte oficialJournal of Behavioral Education
Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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28372 registros encontrados.
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La Teoría de Aprendizaje por Contingencias (TAC) unifica el aprendizaje Pavloviano e instrumental y es usada para comprender psicopatologías (Byrom & Murphy, 2018). En la primera sección del artículo presentamos formas matemáticas de la TAC: analítica y computacional (o de procesos). En la segunda sección, describimos métodos experimentales para estudiar contingencias en humanos: secuencia rápida de estímulos, basada en la observación de contingencias entre estímulos; y operante libre, la cual requiere respuestas instrumentales. El primer método es pasivo y permite estudiar percepción de contingencias. El segundo método es activo en el cual los participantes usan sus acciones para controlar efectos (sentido de agencia e ilusión de causalidad). En la tercera sección, ejemplificamos como la TAC es usada para entender diferencias individuales relacionadas a depresión y esquizotipia. Por un lado, las personas con rasgos altos de depresión suelen estar protegidos contra sesgos optimistas de control, i.e., ‘realismo depresivo’. Esto sugiere insensibilidad a su propio control similar a personas con esquizotipia alta que son menos sensibles a los efectos de sus acciones. Con esta revisión esperamos incentivar el uso de la TAC en psicopatología experimental con fin de entender características transdiagnósticas en condiciones psiquiátricas en las cuales el aprendizaje causal sea central.
AbstractContingency management (CM) is notably successful as a substance use disorder treatment and is most effective when targeting monosubstance use. Evidence suggests the effects of CM exceed predictions based on the value of the incentives delivered for monosubstance abstinence. In this systematic review, we examine common variations of CM interventions applied to a single substance to determine what factors may contribute to the larger effect. Our results show that CM produced moderate to large effect sizes when single drugs were targeted, with stable effects over time. We also found that interventions targeting cocaine abstinence overwhelmingly outperformed their predicted effect, whereas interventions for smoking cessation did not. Thus, incentives alone may not account for the success of CM, at least when applied to stimulant use disorder. We propose other potential sources of the effect including social reinforcement and the specific parameters of the reinforcement schedule.
O conceito de contracontrole, apesar de sua relevância para discussões sociais e políticas na psicologia, foi pouco sistematizado pela área (DelPrato, 2002; Bruno, 2023). Assim, o objetivo deste trabalho foi apresentar tal conceito e possíveis análises políticas que partem de seus desdobramentos. O controle do comportamento humano, especialmente em contingências sociais, frequentemente envolve o uso do controle aversivo, principalmente situações hierárquicas e desequilibradas, em que seja marcada a diferença de poder entre controlador e controlados, contexto ao qual o uso do conceito de contracontrole deve ser restringido (Sá, 1985). Contracontrole é definido como um comportamento cuja função é reforçamento negativo, com duas características que o diferem: a) o estímulo antecedente deve ser uma estimulação aversiva social e b) o organismo se comporta em oposição ao controle vigente (DelPrato, 2002); complementa-se que contracontrole também pode estar sob controle antecedente de contingências exploratórias (Sá, 1983). Assim, o contracontrole é ponto central na discussão sobre liberdade, visto que, quando efetivo, resulta num balanceamento entre forças sociais. Portanto, como conceito fundamental para tal, apresentou-se três exemplos de análises e utilizações políticas possíveis do contracontrole: o feminismo, a participação social nas políticas públicas e o abolicionismo penal. Ao considerar as implicações sociais da compreensão do conceito de contracontrole e a dificuldade de comunicação didática entre analistas do comportamento e membros de movimentos sociais, destaca-se a importância da adaptação da linguagem e do diálogo constante entre grupos interessados na transformação social. Palavras-chave: Contracontrole; Análise do Comportamento; Coerção; Política.
Este estudo investigou escolhas dinâmicas em esquemas concorrentes nas quais a liberação de consequências exigiu respostas coordenadas de dois indivíduos. O delineamento experimental envolveu duplas de seres humanos, engajados em respostas coordenadas sob esquemas de intervalos variáveis (VI-VI). Em um jogo de computador, cada participante tinha a possibilidade de mover uma peça para duas posições diferentes. Foi exigido que as duas peças estivessem próximas (i.e., na mesma posição). Os resultados de duas duplas sugerem que as respostas coordenadas foram sensíveis à mudança na taxa de consequências. Sendo o comportamento de cada membro da dupla influenciado pelo comportamento do parceiro. De modo contrário, a terceira dupla, apesar de apresentar o controle do comportamento de um parceiro pelo outro, não apresentou sensibilidade de respostas coordenadas às variações na taxa de consequências. De modo geral, este estudo contribui para a compreensão de respostas coordenadas de duplas de participantes em esquemas concorrentes, jogando luz sobre eventos que determinam escolhas quando estímulos sociais são variáveis de interesse. Os resultados encontrados possuem implicações para lei de igualação e sua aplicação para compreensão de respostas coordenadas. Palavras-chave: respostas coordenadas, duplas de participantes, esquemas concorrentes, Lei da igualação
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