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Acta Comportamentalia

ISSN: 0188-8145 · Universidad de Guadalajara

776 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Behavior Analysis in Practice

ISSN: 2196-8934 · Springer-Verlag

1321 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Behavior Analysis: Research and Practice

ISSN: 2372-9414 · American Psychological Association

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Behavior and Social Issues

ISSN: 1064-9506 · Springer-Verlag

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Behavioral Development Bulletin

ISSN: 1942-0722 · American Psychological Association

261 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Behavioral Interventions

ISSN: 1099-078X · Wiley

1472 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Education and Treatment of Children

ISSN: 1934-8924 · Springer-Verlag

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European Journal of Behavior Analysis

ISSN: 2377-729X · Informa UK / Taylor & Francis

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International Journal of Behavioral Consultation and Therapy

ISSN: 1555-7855 · American Psychological Association

313 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Japanese Journal of Behavior Analysis

ISSN: 2424-2500 · The Japanese Association for Behavior Analysis

1178 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Journal of Applied Behavior Analysis

ISSN: 1938-3703 · Wiley

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Journal of Applied Radical Behavior Analysis

ISSN: não informado · AARBA

239 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Journal of Behavior Analysis and Support

ISSN: 2733-8495 · Korean Association for Behavior Analysis

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Journal of Behavioral Education

ISSN: 1573-3513 · Springer-Verlag

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Journal of Contextual Behavioral Science

ISSN: 2212-1447 · Elsevier

943 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Journal of Organizational Behavior Management

ISSN: 1540-8604 · Informa UK / Taylor & Francis

992 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Journal of Positive Behavior Interventions

ISSN: 1538-4772 · SAGE Publications

737 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Journal of the Experimental Analysis of Behavior

ISSN: 1938-3711 · Wiley

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Norsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis

ISSN: 2703-7622 · Norsk Atferdsanalytisk Forening

142 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Perspectivas em Análise do Comportamento

ISSN: 2177-3548 · Associação Paradigma - Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento

407 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Perspectives on Behavior Science

ISSN: 2520-8977 · Springer-Verlag

376 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Revista Brasileira de Análise do Comportamento

ISSN: 2526-6551 · Universidade Federal do Pará

471 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Revista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis

ISSN: 0185-4534 · Universidad Nacional Autónoma de México

570 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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The Analysis of Verbal Behavior

ISSN: 2196-8926 · Springer-Verlag

570 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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The Behavior Analyst

ISSN: 0738-6729 · Springer-Verlag

1094 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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The Behavior Analyst Today

ISSN: 1539-4352 · American Psychological Association

425 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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The Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis

ISSN: 1932-4731 · American Psychological Association

94 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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The Psychological Record

ISSN: 2163-3452 · Springer-Verlag

3588 registro(s) indexado(s) · atualizado em 26/09/2026

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Abstract Individuals within the Autistic and Neurodivergent communities have shared numerous concerns about applied behavior analysis (ABA). These criticisms often relate to the ableism reflected within current practices, which have impeded the dignity and autonomy of many individuals with disabilities served through ABA. Both within the field and outside of the field, there is a growing acknowledgment of the need to listen, reflect, and reconsider approaches to service delivery, which can ultimately benefit service recipients well beyond the Autistic or Neurodivergent communities. ABA is committed to being responsive to consumers, even when the social validity data are unfavorable, and the path forward is unclear. This article will provide an overview of historical and current perspectives regarding disability rights, the Autistic and Neurodiversity advocacy movements, and disability as a form of diversity. Calls to action will be presented with accompanying neurodiversity-affirming actions for behavior analytic practitioners. These calls to action are informed by feedback from the Autistic and Neurodivergent communities as well as other interested parties and are related to (1) client identity and language; (2) dignity, self-determination, choice, and assent; and (3) social validity, which may be acted on through compassionate and affirming approaches.

Este trabalho é uma introdução à teoria da nomeação bidirecional, enfatizando sua fundamentação nos operantes verbais de Skinner e sua relação com o paradigma de equivalência de Sidman. Considerando a paridade entre a análise do comportamento verbal e o estudo do comportamento simbólico, há um surpreendente isolamento entre essas áreas de pesquisa. Sugere-se que a nomeação bidirecional, que tem sido abordada em muitos trabalhos empíricos recentes, apresenta conceitos que favorecem um diálogo entre os trabalhos de Skinner e Sidman, por meio de uma intepretação verbal para o fenômeno da equivalência. A fim de detalhar essa interpretação, descreve-se como o comportamento de ouvinte e os operantes verbais ecoico e tato compõem os elementos fundamentais da nomeação bidirecional. Descreve-se, então, as formas por meio das quais a nomeação bidirecional pode dar origem a classes de equivalência. Considera-se que esta introdução permite ao estudante se aprofundar no tema, preparando-o para colaborar em projetos de pesquisa voltados para o estudo molecular e preciso do comportamento verbal complexo.Palavras-chave: comportamento verbal, nomeação bidirecional, equivalência, nomeação comum, nomeação intraverbal.

AbstractThis concise review summarizes the literature on noncontingent reinforcement in the treatment of pediatric feeding disorder from 2018 to 2022. We reviewed 15 published behavior‐analytic feeding studies to identify how often the term noncontingent reinforcement is used, what form of noncontingent reinforcement is delivered, and what the effects of noncontingent reinforcement are on behavior when it is included in treatment. Implications and directions for future research are discussed.

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A pesquisa teve como objetivo analisar o ensino de Análise do Comportamento em cursos de graduação em Psicologia no Brasil. A amostra abrangeu dados de universidades públicas federais e outras instituições de ensino superior (públicas e privadas) que possuíam programas de pós-graduação em Análise do Comportamento. A partir da análise documental, foram identificadas 82 disciplinas relacionadas à Análise do Comportamento, em 52 cursos de graduação em Psicologia, com uma média de 1,6 disciplinas por curso. Os resultados destacaram que a carga horária média das disciplinas de Análise do Comportamento (116 horas) representa apenas 2,9% da carga horária mínima dos cursos de graduação em Psicologia e é inferior ao mínimo sugerido por teóricos da área. Em relação às ementas, observou-se uma ênfase em conceitos básicos e no método experimental, além de alta frequência de descrições de "falsos-objetivos de ensino" em vez de comportamentos-objetivo. Esses achados reiteram preocupações prévias sobre o acesso limitado à Análise do Comportamento nos cursos de graduação em Psicologia.Palavras-chave: análise do comportamento, currículo, ensino da psicologia; objetivos de ensino.

A importância de que o indivíduo seja capaz de responder a consequências futuras e às consequências de seu comportamento sobre os outros é reconhecida tanto por profissionais e pesquisadores da área de Psicologia quanto culturalmente. Entre os psicoterapeutas comportamentais, é comum a preocupação em desenvolver o repertório de seus clientes de sensibilidade ao outro. Entretanto, muitas das intervenções clínicas nessa direção têm sido eficazes no desenvolvimento da capacidade do cliente de descrever o que estaria ocorrendo com um terceiro e os sentimentos correlatos, mas não necessariamente estariam promovendo maior inclinação da parte do cliente em emitir, fora do ambiente da sessão, uma resposta concreta de ajuda na direção desse terceiro. A análise de tais intervenções a partir da RFT permite supor que quando o psicoterapeuta é hábil em estabelecer relações de equivalência entre o relato de eventos que eliciam responder emocional do cliente com a descrição do que estaria ocorrendo com um terceiro, os clientes ficariam mais propensos a ajudar. O objetivo do presente estudo é apresentar uma proposta conceitual, alicerçada em revisão de literatura de base empírica, para um programa de pesquisa acerca de intervenções psicoterapêuticas que visem o desenvolvimento de sensibilidade ao outro e emissão de ações de ajuda correlatas.

Este artigo tem por objetivo gerar problematizações referentes à forma de se teorizar sobre cultura na tradição de pesquisas laboratoriais da Análise Comportamental da Cultura a partir de contribuições da Antropologia. Para que esse objetivo seja concretizado, o artigo se divide em duas partes. Na primeira, é realizada uma incursão à disciplina antropológica. Mais especificamente, é apresentado o contexto histórico de constituição da etnografia como um passo fundamental na produção do conhecimento antropológico. Depois, são aludidas as premissas sobre as quais se sustenta a etnografia e que a tornam tão importante na Antropologia. Finalmente, são abordadas as relações entre etnografia, etnologia e Antropologia, fases de uma mesma pesquisa. Na segunda parte, realizam-se comparações entre as características gerais das bases empíricas da Antropologia e as características gerais das bases empíricas da tradição laboratorial da Análise Comportamental da Cultura, de maneira a salientar diferenças entre umas e outras. Em seguida, são suscitadas problematizações quanto à forma de se teorizar sobre cultura na tradição laboratorial da Análise Comportamental da Cultura. Incidentalmente, espera-se que este artigo, por meio do sempre salutar exercício da interdisciplinaridade, possa contribuir para o fortalecimento da Análise Comportamental da Cultura de modo geral, discutindo possíveis limites e possibilidades da área.

El 25 de agosto falleció Carlos Bruner y tal cual lo dijo su esposa la Dra. Laura Acuña Morales cuando compartió la fatídica noticia: “La psicología perdió hoy a uno de sus mayores defensores y enamorados”. El curriculum del Dr. Bruner refleja de manera clara y con instancias de sobra, la magnitud de lo que implicaron sus múltiples contribuciones en el desarrollo de la Psicología en México y en el extranjero en las últimas décadas. Tan solo la cantidad de publicaciones en libros y revistas científicas es sobresaliente, pero si se toma en cuenta cada una de las demás actividades académicas en las que tuvo participación su importancia se multiplica.

El propósito de este escrito es ahondar en el concepto de competencia propuesto en la Teoría de Conducta y la Teoría de la Psicología a partir de las conclusiones a las que se llegaron en una primera revisión que abarcó 30 años, desde 1981 hasta 2011 (cf. Ibáñez & De la Sancha, 2013). Las observaciones críticas obedecen a un intento de reordenar el concepto de competencia y otros relacionados de acuerdo con las prácticas de sentido común, a fin de evitar conclusiones contraintuitivas. Se discuten principalmente cuatro aspectos relevantes de la noción de competencia: 1) la habilidad como componente fundamental de la competencia; 2) la habilidad no es suficiente para identificar o definir una competencia; 3) el concepto de competencia cobra relevancia en situaciones de evaluación del desempeño; 4) implicaciones de las observaciones sobre el concepto de comportamiento “inteligente”. Se concluye que precisar los conceptos de habilidad y competencia permite abstraer lingüísticamente las características de interés de los fenómenos que se observan, identificando aquellas que son necesarias y suficientes para concebirlas epistemológicamente como tal. Hacer esto es clave para la investigación empírica, por ser la guía fundamental de la interpretación teórica de sus resultados, e incluso, para la planeación de estrategias particulares tendientes a la solución de problemas de carácter social.