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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
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Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
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Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
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Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
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Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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A violência sexual nas universidades brasileiras carece de indicadores que permitam análise contextual e cultural das agressões. Portanto, os objetivos deste estudo foram investigar como membras(os) de uma instituição de ensino superior avaliam a segurança, serviços e direitos relacionados à violência sexual no contexto universitário e realizar um levantamento sobre a ocorrência de diferentes tipos de agressões sexuais e suas características. Foi realizada uma pesquisa quantitativa com análise estatística descritiva e inferencial pautada em um questionário adaptado respondido por 185 estudantes e 43 docentes. Foram encontradas relações significativas entre ter vivenciado agressões sexuais, o gênero, orientação sexual e ser estudante ou docente. Mulheres, pessoas não heterossexuais e estudantes foram os grupos que relataram vivenciar mais violências em comparação com homens, heteros e docentes, respectivamente. As médias das respostas dos grupos “mulheres” e “estudantes” foram significativamente mais negativas em comparação com “homens” e “docentes” nos itens sobre sentirem-se seguras(os) no contexto da universidade, conhecer direitos e procedimentos sobre a temática na instituição e confiabilidade quanto aos procedimentos adequados após denúncias. Os efeitos relacionados às violências encontrados foram: uso de medicamentos psiquiátricos, tratamento psicológico, perda de prazos, faltas e afastamentos do ambiente acadêmico. Os resultados foram discutidos à luz do comportamentalismo radical.
A violência sexual nas universidades tem sido evidenciada por números alarmantes que necessitam de complementação de métodos qualitativos para uma análise contextual. O objetivo desta pesquisa foi caracterizar a violência sexual no âmbito universitário na estrutura de uma contingência cultural de três termos, descrevendo o contexto social antecedente, suas práticas e consequências culturais. Foi realizada uma pesquisa qualitativa a partir da análise indireta de contingências culturais, extraídas de relatos verbais textuais fornecidos por oito docentes e 24 estudantes de uma universidade pública, por meio de uma questão aberta sobre violência sexual na universidade. As respostas obtidas permitiram caracterizar o contexto social antecedente das práticas de violência sexual por controles sociais pautados pela hierarquia entre professores e alunas, objetificação feminina em eventos universitários, controle ético sobre a presença de mulheres em locais públicos, padrões de gênero e relacionamentos íntimos entre homens e mulheres, ausência de políticas e inação institucional. Já as práticas de violência sexual no ambiente universitário foram caracterizadas por comentários sexuais inapropriados, insistência em avanços sexuais e perseguição, assédio sexual, toques sexuais sem consentimento, estupros e tentativas de estupros. As consequências culturais identificadas apontam para subnotificação, recorrência das agressões, evasão de espaços acadêmicos ou permanência em situação de opressão. Tomados em conjunto, esses efeitos acarretam na manutenção da cultura de dominação masculina na universidade. A compreensão da violência sexual por meio da contingência cultural dá relevo ao caráter social e estrutural dessa violência, e evidencia a necessidade de a universidade responsabilizar-se pelo enfrentamento dessas práticas em seu próprio domínio.Palavras-chave: cultura, violência sexual e análise do comportamento.
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