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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
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Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
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Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
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Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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28372 registros encontrados.
Vinte anos atrás, uma nota antropológica descreveu as dimensões vigentes da análise do comportamento aplicada como prescrita e praticada em 1968: ela era, ou deveria se tornar, aplicada, comportamental, analítica, tecnológica, conceitual, eficaz e capaz de resultados apropriadamente generalizados. Uma nota antropológica semelhante, hoje, ainda encontra as mesmas dimensões prescritivas e, em maior medida, descritivas. Várias estratégias novas tornaram-se conhecidas; algumas no domínio da análise conceitual, algumas relacionadas ao status sociológico da disciplina e algumas sobre sua compreensão da natureza sistêmica necessária para qualquer disciplina aplicada que operará no domínio de comportamentos humanos importantes.Palavras-chave: aplicação, disseminação, tecnologia, terminologia, história. Nota: referência do texto original, cuja permissão de tradução foi garantida pela editora Wiley: Baer, D. M., Wolf, M. M. & Risley, T. R. (1987). Some still-current dimensions of applied behavior analysis. Journal of Applied Behavior Analysis, 20(4), 313-327. https://doi.org/10.1901/jaba.1987.20-313. TradutoresJoão Eduardo Cattani Vilares eMarcos Spector Azoubel.
A análise do comportamento individual tem sido sistematicamente estudada e praticada em vários contextos, ao longo de muitos anos. Essa análise resultou em descrições de princípios comportamentais que têm sido aplicados a problemas de comportamento socialmente relevantes nos últimos anos. As pesquisas de análise do comportamento aplicada – direcionadas a investigar as variáveis que podem ser efetivas para melhorar o comportamento sob estudo – possuem características que as distinguem das tradicionais pesquisas da análise do comportamento não aplicadas, conduzidas em laboratório. O estudo precisa ser aplicado, evidenciando a importância do comportamento alterado, comportamental, apresentando medidas diretas e quantitativas do comportamento alterado, e analítico, identificando com clareza o que foi responsável pela mudança. Além disso, o estudo deveria ser tecnológico, descrevendo precisamente todos os procedimentos que contribuíram para a mudança, conceitualmente sistemático, relacionando os procedimentos empregados e os resultados identificados com os processos comportamentais básicos, e efetivo, produzindo mudanças suficientemente relevantes, e deveria demonstrar alguma generalidade, planejando e avaliando a extensão dos efeitos da aplicação ao longo do tempo, para outras situações e para outros comportamentos.Palavras-chave: análise do comportamento aplicada, delineamentos experimentais, metodologia, pesquisa aplicada, tecnologia comportamental. Nota: Referência do texto original, cuja permissão de tradução foi garantida pela editora Wiley: Baer, D. M., Wolf, M. M. & Risley, T. R. (1968). Some current dimensions of applied behavior analysis. Journal of Applied Behavior Analysis, 1(1), 91-97. Resumo e abstract foram elaborados a partir dos principais aspectos do texto; a publicação original não incluía resumo. https://doi.org/10.1901/jaba.1968.1-91.TradutoresJoão Eduardo Cattani Vilares eMarcos Spector Azoubel.
Em 1964 consegui uma bolsa de pesquisa em Milão. Lá, conheci o professor Fabio Canziani, neuropsiquiatra, que me fez um convite; que era um desafio: provar que os métodos do que se chamava condicionamento operante, e que eu exaltava, podiam servir para melhorar as condições de algumas crianças, abrigadas numa instituição humanitária muito pobre de Messina, na Sicília. O diretor da instituição expressou seu ceticismo quanto à eficácia dos métodos que eu poderia aplicar. Por exemplo, no caso de Carmelo, um menino praticamente mudo, e muito desnutrido porque se recusava a comer diversos alimentos e principalmente as pílulas de vitaminas que lhe ofereciam para atenuar a desnutrição. Cordial, o diretor desejou-me sorte e apostamos que, em caso de bons resultados, eu receberia uma cerveja. O professor Canziani pediu permissão para cuidarmos também de outras crianças, deficientes, que ele classificou segundo as categorias clássicas. Para mim, então, a chamada “terapia de reforçamento” era apenas um método de ensino e, por isso me julguei competente para enfrentar o caso de Carmelo e outros. Os trabalhos relatados a seguir, embora a data da publicação seja 1966/1967, foram realizados em 1966, antes da criação do CFP e do Código de Ética. Como se verá, falta a esse artigo um verdadeiro enfoque clínico e uma descrição mais adequada dos procedimentos e dos resultados. Espero que me desculpem e o considerem, como de fato foi: um primeiro esforço de demonstrar a eficácia prática dos princípios da análise experimental da aprendizagem.
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AbstractPromoting excellence in autism intervention is arguably more urgent than ever for the field of applied behavior analysis. To fulfill this objective, autism agencies must operate from validated program systems and do so with fidelity. Program components include, but are not limited to, staff training and evaluation of clinical skills, functional personnel roles designed to promote positive outcomes for those served, and professional staff-communication-skill repertoires. Data on client outcomes must be tied to implementation of core program variables; and, contingencies between the data on client outcomes and staff performance must exist. Furthermore, these contingencies must be yoked across members of the organization to ensure a sustainable and effective program model. Finally, data on consumer satisfaction must be collected and used to evaluate program components and agency practices. Members of the Alliance for Scientific Autism Intervention have implemented key program-wide systems based upon the work of McClannahan and Krantz Journal of Applied Behavior Analysis, 26, 589–596 (1993) for decades and across various agency cultures. Data collected by six independent educational agencies on client outcomes, program implementation, and consumer feedback for a 10-year time span demonstrate the sustainability of the model and support the importance of key organizational systems and the relationship between implementation of the model and high-quality outcomes for individuals with autism.
Uno de los principales factores vinculados al consumo de drogas de los adolescentes es el relacionarse con pares consumidores. Sin embargo, el consumo de los pares puede variar en el nivel de la problemática que representa, por lo que se requiere indagar de manera más específica cómo afectan diferentes patrones de consumo de los pares en el consumo del adolescente. El objetivo de este trabajo fue evaluar la relación del consumo del adolescente con el consumo de sus pares, clasificando a estos últimos en tres niveles de acuerdo con la problemática de consumo: no consumidores, consumidores sin consecuencias desagradables y consumidores con consecuencias desagradables o problemáticas asociadas al consumo. Se realizó un estudio correlacional con datos de 1086 estudiantes de bachillerato. Se utilizaron dos instrumentos de autorreporte para evaluar la problemática del consumo y los mapas sociocognitivos compuestos para identificar las conexiones sociales. Como principales resultados se identificó que casi todos los adolescentes tienen amigos consumidores de drogas, y cuantos más consumidores hay en la red social del adolescente, este presenta más consecuencias socialmente problemáticas. Se discute el hecho de que los adolescentes con más conexiones sociales son quienes más reportan consumo problemático, lo que podría sugerir que ellos crean expectativas favorables sobre el consumo y esto produce que los pares los imiten.
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