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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
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Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
Abrir fonte oficialJournal of Behavioral Education
Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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AbstractPhysical inactivity has been associated with several health problems, including diabetes, obesity, and heart disease. Although many of these health problems are preventable through regular exercise, a small percentage of the adult population engages in the recommended levels. Reinforcement‐based interventions have been implemented successfully to promote physical activity, but studies targeting moderate or vigorous physical exercise using behavior‐analytic interventions are scarce. The purpose of the current study was to investigate the feasibility of a multicomponent intervention that provided monetary incentives for increasing running, jogging, or brisk walking distance for five adults. The intervention lasted 6 weeks and comprised weekly goal setting, feedback, public posting, and group contingencies. The results of the study suggest that the intervention may be feasible and effective at increasing moderate physical activity to levels recommended by the federal guidelines, but further research is warranted.
A ausência de reflexão acerca das condições que envolvem o ato de conhecer e narrar a história da psicologia acaba gerando uma profusão de histórias mal contadas, distorcidas, enviesadas e simplificadas, que reforçam um certo tipo de automatismo na produção historiográfica. Partindo das noções de pluralismo e intertextualidade, tal como apresentadas em dois textos do Prof. Abib, o objetivo do presente artigo é discutir algumas dessas condições do trabalho historiográfico em psicologia. Às duas noções já aludidas, acrescentamos o caráter inexorável da seletividade do historiador e suas implicações. Argumentamos que tal reflexão pode despertar a autoconsciência do historiador da psicologia e, portanto, contribuir para a diminuição daquele automatismo. Assim, estaremos em condições de defender uma perspectiva mais crítica para a historiografia da psicologia.
Trata-se de utilizar, tanto da noção explícita de B. F. Skinner de consciência como autoconhecimento descritivo, quanto das extensões encontradas implicitamente em sua obra de consciência como autoconhecimento por contato e comportamento do ponto de vista do organismo que se comporta, para avaliar se essas formulações são capazes de oferecer uma resposta ao que ficou conhecido como “problema difícil da consciência”.Perguntamo-nos, nesse sentido: como a consciência surge de um estofo físico? Chega-se à conclusão de que o comportamento do ponto de vista do organismo que se comporta só pode ser isolado no que é possível chamar de consciência fenomênica através do desenvolvimento de auto-tatos abstratos de eventos privados sendo, portanto, um produto social. O aspecto biológico da assim chamada consciência fenomênica não passa da própria capacidade de um organismo de responder a estímulos, o que se confunde com a própria origem da vida e não possui grande relevância para o desenvolvimento de uma ciência do comportamento ou psicológica. Afinal de contas, de um ponto de vista skinneriano, a consciência é uma função e não uma entidade, ou seja, ela não pode ser encontrada no cérebro, mas na relação funcional socialmente discriminada do corpo humano para consigo mesmo.
Inspirado no título de um famoso ensaio do professor Bento Prado Jr., discuto neste texto as contribuições do professor Isaías Pessotti para a Análise do Comportamento brasileira que vão além de seus feitos amplamente reconhecidos. Argumento que com seu humor refinado e provocativo, o professor Isaías chama nossa atenção para a necessidade de não incorrermos na falácia filosófica de desqualificar os adversários, em lugar de enfrentar seus argumentos. Outra contribuição é uma indicação dos riscos da prática de rebaixar a vida comum, em prol de uma linguagem abstrusa e hermética – algo que ainda se faz entre analistas do comportamento. Sem perder o bom humor, o professor Isaías sugere que o preço de seguir com essa prática pode ser alto demais: a desconfiança e falta de adesão por parte do leigo, e o histórico isolamento da área, que podem culminar na extinção dessa cultura. Com isso, concluo que ainda precisamos aprender com o professor Isaías a rir da Análise do Comportamento.
Examinamos neste artigo a arrojada tese defendida por Abib no ensaio “O que é Comportamentalismo?”, qual seja, a de que a história do Comportamentalismo começa com Skinner, e não com Watson. Para explicitar seus argumentos, apresentamos, inicialmente, a forma de trabalho intertextual de Abib, pautada em uma interpelação filosófica e cultural do texto psicológico. Com base nesse método, Abib delineia uma história filosófica do Comportamentalismo, descortinando os compromissos epistemológicos e metafísicos das teorias do comportamento de J. B. Watson, E. C. Tolman e B. F. Skinner. O resultado dessa investigação conceitual mostra que apenas a teoria de Skinner é capaz de realizar o sentido originário da proposta de psicologia comportamentalista, que é explicar os fenômenos psicológicos no comportamento. Destacamos algumas vantagens da história filosófica de Abib sobre outras versões da história do Comportamentalismo, e concluímos que sua análise arqueológica fornece ferramentas heurísticas profícuas para nos ajudar no debate sobre propostas comportamentais contemporâneas.
AbstractHabit and motivation are thought to be separate processes, with motivated behavior often considered to be goal directed, whereas habits are defined by the absence of goal‐directed control over behavior. However, there has been increasing interrogation of the binary nature of habitual versus goal‐directed behavior. Furthermore, although drug and alcohol exposure can promote the formation of habits, drug seeking itself can also be highly flexible, pointing toward the need for complex consideration of the parallel processes that drive behavior. The goal of the current study was to determine whether there was a relation between motivation—as measured by progressive ratio—and habit—as measured by contingency degradation—and whether this relation was affected by ethanol exposure history and sex. The results showed that these measures were positively correlated such that greater contingency insensitivity was associated with achieving higher break points on the progressive‐ratio task. However, this relation depended on reinforcement schedule history, ethanol exposure history, and sex. These point to potential relations between measures of habit and motivation and stress the importance of carefully parsing behavioral findings and assays. These findings are also expected to inform future substance use research, as drug history may affect these relations.
Clifford Geertz (1926-2006) foi um influente antropólogo e fundador da Antropologia Simbólica, vertente das Ciências Sociais que preconiza questões simbólicas para o entendimento de questões culturais. Em contrapartida, com base na Análise doComportamento, surge a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), desenvolvendo intervenções e pesquisas enfatizando cognição e comportamento simbólico. O presente trabalho objetiva apresentar a noção de cultura da Antropologia Simbólica e como ela poderia contribuir com a ACT, integrando a compreensão de comportamento simbólico enquanto inerente as relações culturais. Para isso, foi utilizado o Procedimento de Interpretação Conceitual de Texto como ferramenta de descrição dos principais conceitos e críticas de Geertz em sua obra “A interpretação das culturas”, buscando-se discutir esses achados a partir das concepções daACT. Encontrou-se que entender cultura enquanto redes de símbolos possibilitaria intervir em questões estruturais, como racismo, de maneira congruente com o que já se discute na ACT, produzindo uma compreensão desses fenômenos de forma mais contextualizada. Como exemplo, foi apresentado uma amálgama como estudo de caso para descrever essa proposta de intervenções culturais na clínica. Assim, algumas compatibilidades foram encontradas entre as teorias, permitindo um diálogo inicial que produza avanços, em ambas as áreas, com o desenvolvimento de novos trabalhos.
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