Indexador
Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
O indexador exibe metadados públicos e mantém o acesso ao conteúdo na fonte oficial. O site não hospeda PDFs dos artigos nem substitui os periódicos originais.
Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
Abrir fonte oficialBehavior and Social Issues
Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
Abrir fonte oficialJournal of Behavioral Education
Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
Abrir fonte oficialA busca usa o termo exato informado para localizar conteúdos relacionados.
28372 registros encontrados.
Functional analyses and treatments of self‐injurious behavior and aggression have shown that such behavior is often operant. In this paper, we will revisit evidence that a subset of self‐injurious and aggressive biting may be controlled primarily by antecedent events and may have phylogenetic origins. We propose that there is a research gap of more than four decades, if one considers the wealth of basic research on biting that occurred prior to 1977. To our knowledge, that body of basic research was never fully translated or directly applied within behavior analysis. It is known that organisms (including humans) sometimes bite in the presence of aversive events (broadly defined as the presentation of aversive stimuli or the removal of reinforcers). Thus, the variables controlling biting in the context of behavioral assessment and treatment require further analysis.
The finding that differential reinforcement of alternative behavior (DRA) is efficacious at 80% integrity when continuous reinforcement is programmed for alternative responding may have contributed to a perception that integrity at 80% or above is acceptable. However, research also suggests that other interventions (e.g., noncontingent reinforcement) may not remain effective at 80% integrity. The conditions under which 80% integrity is acceptable for common behavioral interventions remains unclear. Therefore, we conducted two human‐operant studies to evaluate effects of 80% integrity for interventions with contingent or noncontingent intermittent reinforcement schedules. During Experiment 1, we compared noncontingent reinforcement (NCR) and DRA when implemented with 80% integrity. During Experiment 2, we compared 2 variations of DRA, which included either a ratio or interval schedule to reinforce alternative behavior. Results replicated previous research showing that DRA with a FR‐1 schedule programmed for alternative responding resulted in consistent target response suppression, even when integrity was reduced to 80%. In contrast, neither NCR nor interval‐based DRA were consistently effective when implemented at 80% integrity. These results demonstrate that 80% integrity is not a uniformly acceptable minimal level of integrity.
The effects of delivering nondrug alternative reinforcement on resistance to extinction and reinstatement of rats' ethanol‐maintained lever pressing were evaluated in two experiments. In both, rats self‐administered ethanol by lever pressing in a two‐component multiple schedule during baseline. In the Rich component, alternative food reinforcement was made available for performing an alternative response (Experiment 1) or according to a differential‐reinforcement‐of‐other‐behavior schedule for lever pressing (Experiment 2). In the Lean component, only ethanol was available. Moreover, the frequency of alternative reinforcement was manipulated across conditions in Experiment 1. Following baseline, lever pressing was extinguished in both components by suspending ethanol reinforcement, and alternative food reinforcers were discontinued. Finally, to test for reinstatement, ethanol reinforcers were delivered independently of lever pressing in both components. In both experiments, proportion‐of‐baseline response rates were higher during extinction and reinstatement testing in the Rich component than in the Lean component (although differentiation was not observed at the lowest frequency of alternative reinforcement in Experiment 1). Thus, alternative nondrug reinforcers increased resistance to extinction and reinstatement of rats' ethanol‐maintained lever pressing, even when those reinforcers were delivered contingently on an alternative response or on abstinence from lever pressing.
No modelo causal de seleção por consequências, o nível cultural descreve a origem e a manutenção de ambientes culturais, em que os efeitos produzidos afetam coletivamente o grupo como um todo. Na análise do comportamento, destacam-se as produções com os conceitos de metacontingência e macrocontingência, sobretudo o estudo da função do comportamento verbal na seleção cultural. Este trabalho realizou uma revisão de escopo da literatura analítico-comportamental sobre a relação entre metacontingência, macrocontingência e comportamento verbal. Seguindo o Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR), foi realizado o levantamento sistemático de artigos publicados em revistas especializada da área em português, inglês e espanhol, bem como dissertações e teses brasileiras. Foram incluídos 28 trabalhos. Em geral, houve o predomínio de estudos sobre metacontingência, tendo como variável independente o comportamento verbal e como tarefa experimental a da matriz e o dilema do prisioneiro repetido. Os estudos discutiram seus resultados sobre a influência do comportamento verbal na seleção, transmissão e manutenção de comportamentos sociais e culturantes sobretudo a partir das propostas de Sigrid Glenn sobre o tema.
A literatura especializada sugere que os behavioristas radicais tendem, em sua maioria, a identificar esta filosofia como determinista – embora alguns behavioristas radicais defendam uma postura indeterminista como mais coerente e vantajosa. Essa literatura, porém, não representa necessariamente o posicionamento da comunidade mais ampla de profissionais que se identificam com o Behaviorismo Radical e a Análise do Comportamento. O presente estudo buscou caracterizar o posicionamento desta comunidade em relação ao determinismo aplicado ao comportamento. Por meio de um formulário online, analisamos o grau de concordância de uma amostra de profissionais brasileiros que se identificaram como behavioristas radicais e analistas do comportamento (n=250) em relação a três enunciados sobre o determinismo. A análise dos resultados sugere (1) uma clara tendência favorável ao determinismo (diferenciando esta comunidade do público leigo, que tende a rejeitar o determinismo); (2) uma distribuição relativamente uniforme de posicionamentos sobre as funções do conceito de probabilidade (apenas epistemológica ou também ontológica), com uma discreta tendência em direção à função apenas epistemológica; (3) uma concordância expressiva sobre a relevância do posicionamento sobre a questão da determinação ou indeterminação do comportamento para a prática dos analistas do comportamento.
Este ensaio discute criticamente os aspectos históricos do estudo do comportamento humano na Psicologia, bem como as implicações ético-políticas relacionadas a este tema. É realizado um delineamento histórico da construção da categoria “comportamento” para a Psicologia ao longo do século XX, problematizando os possíveis impactos ético-políticos das práticas da ciência do comportamento. Trata-se de um trabalho estruturado em três seções: 1) Comportamento: Uma categoria sob o domínio científico norte-americano, em que se discute como o estudo do comportamento foi construído a partir da predominância das ciências tradicionais e do ideal da objetividade científica; 2) A reconstrução do “comportamento” na Psicologia a partir do pensamento skinneriano, em que é apontado o fortalecimento da ideia do comportamento como tema da Psicologia a partir da perspectiva Behaviorista Radical; e 3) É possível uma Ciência do Comportamento com responsabilidades ético-políticas?, em que se busca problematizar a associação entre “comportamento” e “controle” em uma ciência do comportamento e implicações ético-políticas decorrentes disso. Conclui-se que: 1) O “comportamento” como objeto de investigação contribuiu para que a Psicologia pudesse se aproximar das ciências naturais; 2) O Behaviorismo Radical de Skinner tem fortalecido a ideia de que o estudo do comportamento pode contribuir para o alcance e solução de problemas sociais; e 3) É possível que cientistas do comportamento façam empreendimentos responsáveis a partir de estudos críticos sobre os usos da ciência para instrumentalizar e fortalecer grupos dominantes e sobre as possibilidades de usar os conhecimentos científicos para enfrentar certos mecanismos de dominação.
Resumo não informado pela fonte indexada.
Comunicar notícias difíceis é uma classe geral de comportamentos a ser apresentada por médicos(as) em seu campo de atuação profissional. A proposição de objetivos de ensino que fazem referência aos comportamentos a serem aprendidos, pode aumentar a probabilidade de efetividade do ensino. Diante disso, o objetivo deste estudo foi caracterizar comportamentos que constituem objetivos de ensino em treinamentos para capacitar médicos(as) ou estudantes de Medicina a comunicar notícias difíceis. Foi realizada revisão sistemática de literatura com buscas na base SCOPUS e nos Periódicos CAPES. Os objetivos de ensino foram categorizados, bem como seus componentes, e avaliados de acordo com os critérios de Natureza, Forma, Clareza, Completude e Agente-alvo. Dos objetivos, 62,61% foram avaliados suficientes em relação à Natureza; 61,73% à Forma; 35,84% à Clareza; 16,59% à Completude; e 86,73% ao Agente-alvo. Foram descritos estímulos antecedentes para tarefas simuladas, atividades gerais e para o comportamento de comunicar notícias difíceis. Cinco dos 83 trechos faziam referência às consequências do comportamento de comunicar notícias difíceis em pacientes simulados ou no campo de atuação do aprendiz. A caracterização viabilizou demonstrar que os objetivos de ensino propostos nos treinamentos são relevantes, mas apresentam características que podem impactar negativamente o grau de efetividade do ensino.
A aquisição da discriminação envolve relações entrelaçadas de controle entre as respostas de observação e as respostas discriminadas. Problemas na discriminação podem estar relacionados à observação ineficiente e ao controle de respostas indiscriminadas por estímulos irrelevantes à discriminação. O objetivo metodológico do experimento foi estender o processo de aquisição para análise das relações de controle por estímulos irrelevantes e relevantes sobre respostas indiscriminadas e discriminadas. O processo foi repetido em uma sequência de três discriminações simultâneas para análise dos desempenhos. Os estímulos foram manipulados em três diferentes regiões de um arranjo complexo ao longo das discriminações. Foram registradas as respostas de escolha dos estímulos e as respostas de observação visuais, por meio de um equipamento de rastreamento dos movimentos oculares. O desempenho ‘observar antes de responder’ foi examinado em condições de reforçamento não-diferencial e extinção de respostas indiscriminadas sob controle de estímulos irrelevantes. A redução gradual de respostas indiscriminadas ao longo das discriminações ocorreu concomitante ao controle da observação e de respostas funcionalmente equivalentes (e.g., de busca, de comparação) na presença de estímulos.
Resumo não informado pela fonte indexada.