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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
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Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
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Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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28372 registros encontrados.
O time-out de reforçamento positivo ou simplesmente time-out é um procedimento de punição negativa que prevê a remoção de um estímulo reforçador contingente à ocorrência de uma resposta específica, sendo classificado, portanto, como um procedimento de controle aversivo. Apesar de o estudo e, principalmente a aplicação de procedimentos aversivos como o time-out ser impopular e marcada por controvérsias na Análise do Comportamento, a sua utilização individual ou combinada com outras estratégias tem se mostrado efetiva na redução de padrões comportamentais de difícil modificação, especialmente nas apresentações de maior gravidade dos Transtorno do Espectro Autista (TEA). Este artigo tem como objetivo apresentar, de forma didática, os aspectos conceituais e procedimentais envolvidos no uso do time-out no manejo de comportamentos indesejáveis observados em diversos contextos, sobretudo nas apresentações mais graves dos quadros de TEA. Aplicações do time-out foram apresentadas e discutidas, considerando três aspectos centrais deste procedimento: a distinção entre o ambiente de time-out e o ambiente no qual os reforçadores estão disponíveis, a suspensão de reforçadores contingente a uma ou mais respostas e a redução no responder que é alvo deste procedimento. Os parâmetros relevantes para a utilização efetiva do time-out foram indicados e discutidos por meio de exemplos extraídos da literatura aplicada sobre a temática tratada por este trabalho.
A interseccionalidade propõe o exame do cruzamento de variáveis que influenciam as relações em sociedade, subscrevendo a inseparabilidade de diferentes marcadores sociais (e.g., raça, classe, gênero, dentre outras) que, ao interagirem, podem intensificar as vulnerabilidades vivenciadas por grupos socialmente minorizados ou, ainda, oferecer recursos que possibilitem ações transformativas desses sujeitos em relação a seus contextos. Ao negligenciar a intersecção entre marcadores socialmente relevantes no campo científico, privilegia-se, via de regra, produções que buscam atender às necessidades e interesses dos grupos dominantes, o que reverbera na produção de conhecimentos imprecisos, fragmentados e com resultados limitados. Tomando como base este panorama geral e analisando especificamente o campo da Análise do Comportamento, este estudo objetivou (1) analisar os impactos da (des)consideração da intersecção entre diferentes marcadores sociais em práticas de pesquisa analítico-comportamentais, indicando as prováveis implicações dessa exclusão, e (2) sugerir à comunidade de analistas do comportamento possíveis maneiras de se construir práticas de pesquisa mais sensíveis à interseccionalidade, quando identificada a pertinência. O uso da interseccionalidade em práticas de pesquisa permite que o comportamento da(o) cientista seja orientado de forma a não reproduzir exclusões e opressões no contexto de produção de conhecimento científico. Ademais, a comunidade de pesquisadores analistas do comportamento pode usufruir de uma visão mais abrangente sobre os fenômenos investigados por meio da adoção de uma perspectiva interseccional em práticas de pesquisa teórica, básica e aplicada. Assim, os analistas do comportamento poderão contribuir de forma mais efetiva na erradicação de contingências de opressão e exploração de grupos minorizados e na construção de um mundo mais justo e igualitário.
Neste ensaio apresentarei a teoria contextualista do significado tal como desenvolvida por Abib em seu texto “O contextualismo do Comportamento Verbal: A teoria skinneriana do significado e sua crítica ao conceito de referência”. Argumentarei que a teoria contextualista do significado esta na base de dois programas de pesquisa distintos, mas que costumeiramente são confundidos na análise do comportamento, a saber, o programa de análise do significado dos termos psicológicos, que demanda localizar as condições de controle de uso dos termos psicológicos, e o programa de análise comportamentalista dos termos psicológicos, que implica realizar interpretações das categorias psicológicas alinhadas aos fundamentos filosóficos do comportamentalismo radical. Ainda que Abib tenha enfatizado o primeiro projeto em seu texto de 1994, o autor acabou por se dedicar exclusivamente ao segundo em suas obras. Mas Abib não está sozinho: embora reconheçam a importância do primeiro programa de pesquisa, analistas do comportamento em geral se dedicam somente ao segundo.
A aproximação da Análise do Comportamento com uma perspectiva feminista tem fomentado discussões sobre a importância de considerar a dimensão sociopolítica na análise de questões relacionadas ao gênero. Pensando nisso, o objetivo desta pesquisa bibliográfica foi investigar se os estudos de caso publicados na Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva (RBTCC) têm contemplado contingências sociais patriarcais na compreensão de queixas clínicas. Foram selecionados artigos, sem restrição de data, com orientação analítico-comportamental que continham ao menos 3 palavras relacionadas ao gênero (e.g., homem, mulher, feminino, masculino). Dos 124 artigos selecionados, 21 eram estudos de caso. Porém, um deles descreveu 4, e outro 2, totalizando assim 25 estudos de caso. Foi possível identificar que as queixas femininas mais recorrentes foram transtornos deansiedade e problemas em relacionamentos amorosos; já nos homens foi o comportamento agressivo. Todavia, apenas um texto articulou gênero à cultura, relacionando a dupla jornada de trabalho feminino às queixas clínicas. As análises reiteram alertas anteriores sobre a necessidade de ampliar a análise funcional para abranger contingências que permitam aos analistasdo comportamento compreender e intervir clinicamente nos comportamentos considerando as especificidades de gênero construídas em uma sociedade sexista.
AbstractThe evolutionary theory of behavior dynamics (ETBD) is a genetic algorithm that applies the Darwinian principles of evolutionary biology to model how behavior changes dynamically via selection by contingencies of reinforcement. The ETBD is a complexity theory where low‐level rules of selection, reproduction, and mutation operate iteratively to animate “artificial organisms” that generate emergent outcomes. Numerous studies have demonstrated the ETBD can accurately model behavior of live animals in the laboratory, and it has been applied recently to model automatically maintained self‐injury. The purpose of the current series of studies was to further extend the application of the ETBD to model additional functional classes of challenging behavior and clinical procedures. Outcomes obtained with artificial organisms generally corresponded well with outcomes observed with clinical cases sourced from consecutive controlled case series studies. Conceptual and methodological considerations on the application of the ETBD to model challenging behavior are discussed.
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AbstractThe delineation of the subtypes of automatically reinforced self‐injurious behavior improved the utility of functional analysis results in predicting treatment efficacy. However, the mechanisms underlying subtype differences remain unclear and difficult to study in clinical populations. Morris and McDowell (2021) attempted to elucidate subtype differences by developing and evaluating models of the subtypes within the evolutionary theory of behavior dynamics. In the current study, we applied techniques from precision medicine to further evaluate the models developed by Morris and McDowell. This evaluation highlighted shortcomings of the existing models and suggested ways they could be improved. Thus, we conducted more extended modeling within the framework of precision medicine to identify models that were more quantitatively similar to available clinical data. Improved models that more closely approximate clinical data were identified. The implications of these models for research, practice, and further applications of the evolutionary theory of behavior dynamics are discussed.
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