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Periódicos indexados 28 fonte(s) com registros ativos
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Acta Comportamentalia
Abrir fonte oficialBehavior Analysis in Practice
Abrir fonte oficialBehavior Analysis: Research and Practice
Abrir fonte oficialBehavior and Social Issues
Abrir fonte oficialBehavioral Development Bulletin
Abrir fonte oficialBehavioral Interventions
Abrir fonte oficialEducation and Treatment of Children
Abrir fonte oficialEuropean Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialInternational Journal of Behavioral Consultation and Therapy
Abrir fonte oficialJapanese Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Applied Radical Behavior Analysis
Abrir fonte oficialJournal of Behavior Analysis and Support
Abrir fonte oficialJournal of Behavioral Education
Abrir fonte oficialJournal of Contextual Behavioral Science
Abrir fonte oficialJournal of Organizational Behavior Management
Abrir fonte oficialJournal of Positive Behavior Interventions
Abrir fonte oficialJournal of the Experimental Analysis of Behavior
Abrir fonte oficialNorsk Tidsskrift for Atferdsanalyse / Norwegian Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialPerspectivas em Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialPerspectives on Behavior Science
Abrir fonte oficialRevista Brasileira de Análise do Comportamento
Abrir fonte oficialRevista Mexicana de Análisis de la Conducta / Mexican Journal of Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Analysis of Verbal Behavior
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst
Abrir fonte oficialThe Behavior Analyst Today
Abrir fonte oficialThe Journal of Speech and Language Pathology – Applied Behavior Analysis
Abrir fonte oficialThe Psychological Record
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28372 registros encontrados.
O racismo estrutural brasileiro precisa ser levado em consideração na análise das subjetividades das pessoas negras. Em relação à psicoterapia, prática profissional que trabalha diretamente com a subjetividade humana, é importante realçar seu estatuto enquanto uma agência de controle. Este artigo objetiva investigar como modelos psicoterápicos baseados em evidências lidam com questões referentes à subjetividade da população negra, bem como propor princípios para que intervenções psicoterápicas sejam contextualizadas para a referida população. Para tanto, foi realizada uma descrição de alguns impactos do racismo na subjetividade da população negra e de como esta se diferencia da subjetividade da população branca, de modo a instrumentalizar psicoterapeutas a identificarem efeitos do racismo em clientes negros. Ademais, foram verificadas as potencialidades e lacunas dos referidos modelos psicoterápicos para lidar com o racismo na clínica e, a partir das lacunas encontradas nos modelos, foram expostas propostas multiculturais elaboradas para lidar com a diversidade no setting terapêutico. Em seguida, foram elencados quatro grupos de princípios para uma atuação clínica antirracista no contexto brasileiro: Formação do psicoterapeuta sobre racismo estrutural; Autoconhecimento do psicoterapeuta; Prática clínica no Setting Terapêutico e Psicoeducação clínica.
Resumo não informado pela fonte indexada.
AbstractDifferential reinforcement of alternative behavior is a well‐established treatment for problem behavior in which the functional reinforcer is delivered after the occurrence of a replacement behavior and withheld after the occurrence of problem behavior. However, sometimes problem behavior continues to occur under these conditions, raising a question as to why problem behavior might maintain when its reinforcer is withheld. This study examined the possibility that problem behavior could be maintained indirectly in a precurrent relation. A functional analysis was conducted to identify a response‐response relation between self‐injurious behavior (SIB) and an alternative response. The results suggest that SIB was maintained by its relation with the alternative response.
A Programação de Ensino ou, conforme proposta de denominação mais recente, a Programação de Condições para Desenvolvimento de Comportamentos (PCDC) é uma tecnologia de ensino baseada nos princípios do comportamento operante. Esse processo é constituído por múltiplas etapas, dentre elas a caracterização de necessidades de aprendizagem de uma dada população, a caracterização do comportamento a ser desenvolvido e sua decomposição e análise, o planejamento e execução das condições de ensino e a avaliação de seus resultados. Parte dessas etapas é constituída por processos de produção de conhecimento e, portanto, respondem a exigências científicas, tais como a formulação de problemas de pesquisas claros e relevantes, científica e socialmente. O objetivo deste ensaio é propor formulações de problemas de pesquisas em estudos relativos à Programação de Condições para Desenvolvimento de Comportamentos em função dos tipos de resultados a serem produzidos. Para tanto, são especificadas doze etapas típicas de PCDC e, para cada uma delas, é proposta uma formulação de problema de pesquisa sob formato de pergunta e de objetivo. A decorrência dessa proposta é aumentar a clareza sobre os limites de pesquisas em PCDC e o grau de controle nas decisões metodológicas a serem realizadas ao se programar ensino.
Prof. Todorov: O Professor/Orientador
Resumo não informado pela fonte indexada.
AbstractBehavior analysts are not recognized or regulated as a distinct profession in Europe. For the most part, European behavior analysts adhered to the standards set by the U.S.-based Behavior Analyst Certification Board (BACB). However, the BACB certification has not been recognized officially in any European jurisdiction. The recent decision by the BACB to discontinue eligibility of non-U.S. residents to apply for the BCBA exam by the end of 2022 has brought the issue of professional regulation outside of the United States into sharp focus. This article offers a snapshot in time of professional recognition of behavior analysts in 21 European countries. It stems from the Erasmus+ funded EuroBA project and its Professional Advisory Group (PAG). The EuroBA project aims to develop common standards and competences for behavior analysts to facilitate national regulation and mutual recognition across Europe.
No Brasil, um grande contingente de estudantes apresenta desempenho em leitura em níveis considerados elementares. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a efetividade de um módulo informatizado para o ensino de compreensão de textos com alunos da 5ª série de escolas públicas, duas da região sudeste (SP) e duas da região centro-oeste com baixo desempenhos na Prova Brasil de 2011. Um segundo objetivo do estudo foi verificar se as mudanças na medida de compreensão de textos da população estudada mostrariam correlação com o desempenho das escolas na Prova Brasil. Participaram 123 alunos com pelo menos 30% de erros no pré-teste de uma avaliação de compreensão de leitura, semelhante à da Prova Brasil. O programa de ensino utilizou 15 histórias adaptadas de livros infantis e questões de compreensão. Cada história apresentada no computador era intercalada com questões de múltipla escolha para avaliar e ensinar a compreensão do texto até aquele ponto. As questões foram apresentadas utilizando diferentes modalidades de estímulo (som, texto ou imagens) e cada resposta de seleção da criança foi seguida por uma consequência diferencial para casos de acertos ou erros. Medidas de pré e pós teste na avaliação da compreensão em leitura criada para o estudo mostra ram aumentos substanciais na compreensão de textos em três escolas, e aumentos moderados na quarta escola. Na Prova Brasil três escolas tiveram ganhos iguais ou superiores às metas governamentais. O programa tem potencial, como atividade complementar, para melhorar a compreensão da leitura, foi facilmente aplicado pelas professoras das escolas e os alunos se mostraram interessados durante a sua aplicação.
Uma forma de diminuir o estresse e a ansiedade causados pela preparação ao exame pré-vestibular é capacitar o aluno a desenvolver comportamentos de programar rotina de estudo mais eficientes. O objetivo deste trabalho é avaliar a eficiência do programa de ensino “Programar rotina de estudo de preparação para o vestibular”, segundo relato dos participantes. Foram realizados seis encontros semanais, com duração de uma hora e meia cada, com nove pré-vestibulandos, cujas idades eram de 16 a 25 anos. Nos encontros foram realizadas atividades de caracterização, avaliação, discussão e práticas de comportamentos de estudo. Para avaliação do programa de ensino, foram disponibilizados questionários (respondidos pelos participantes) para avaliar o grau de satisfação e a frequência com que os comportamentos-alvo ocorriam pré e pós participação na oficina. As respostas dos participantes indicaram que, com exceção de um, todos os comportamentos sofreram aumento na frequência. Quanto à avaliação da qualidade da oficina, os participantes consideraram relevante e aprenderam a organizar melhor suas rotinas de estudo. Conclui-se que a proposição e avaliação de programas de ensino com esse objetivo é uma estratégia relevante para ensino desses comportamentos e seu investimento possibilita democratizar o acesso ao ensino superior.
O artigo teve como objetivo descrever uma proposta de serviço escola em ABA (Análise do Comportamento Aplicada), oferecido como ação extensionista de uma universidade pública, discutindo os potenciais e as dificuldades da implementação deste no âmbito público, em parceria com a escola pública. O texto foi organizado em três tópicos que discutem: parceria entre universidade e escola, enquanto ação extensionista para prestação de serviços educacionais para pessoas com autismo; organização do currículo de ensino a ser trabalhado e; logística do serviço por meio de uma equipe interdisciplinar de profissionais e indicadores de implantação, com número de pessoas atendidas, estudantes envolvidos na equipe e considerações acerca do serviço como proposta de Atendimento Educacional Especializado. Desafios como garantia de espaço, equipe interdisciplinar e recursos orçamentários para manutenção do serviço em ABA podem ser superados, por meio da proposição de políticas públicas de educação e de saúde que garantam intervenções pautadas em evidências.